A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Meio Ambiente (Dema), deflagrou na manhã desta quinta-feira (20.04), mais uma fase da Operação Sansão, para combate de crimes de maus-tratos de animais domésticos na região metropolitana.
A operação deu cumprimento a 18 ordens de serviço com finalidade de investigar denúncias recebidas pela Dema relacionadas a ocorrências de maus-tratos de animais domésticos, em Cuiabá e Várzea Grande.
Durante os trabalhos da operação, um cachorro foi encontrado em situação de maus-tratos, em uma residência no bairro São Mateus em Cuiabá. Uma mulher, responsável pelo animal, foi presa em flagrante pelo crime, sendo posteriormente encaminhada para audiência de custódia, na Capital.
Segundo a delegada titular da Dema, Liliane Murata, a operação faz parte de um trabalho desenvolvido pela especializada, que está vigilante na apuração de denúncias sobre a questão de maus-tratos de animais domésticos. “Qualquer infração praticada contra os animais será devidamente aplicada a norma penal em face do infrator”, disse a delegada.
O crime de maus-tratos de animais domésticos é punido com reclusão de 2 a 5 anos, além multa, proibição da guarda do animal. Em caso de morte do animal, a pena poderá ser acrescida de 1/3 a 1/6 e multa pode variar de um a 40 salários-mínimos.
Nome da operação
O nome Sansão faz referência ao cachorro da raça pitbull, que teve suas patas traseiras arrancadas por agressores com o uso de um facão, em junho de 2020 no estado de Minas Gerais.
Com ajuda de uma prótese desenvolvida em Denver, nos Estados Unidos, e doado pela associação de proteção animal Patas Para Você, o cachorro começou a andar novamente.
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (24.4), a Operação Cromia Inversa, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão em endereços residenciais, comerciais e rurais em Rondonópolis possivelmente vinculados a uma rede criminosa voltada ao desmonte, ocultação e adulteração de veículos, cavalos tratores e semirreboques.
A investigação teve início a partir de denúncias que apontavam a existência de locais utilizados para o armazenamento de veículos de carga pesada com sinais de irregularidades.
A partir de apurações em campo e levantamentos de inteligência, as equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis reuniram elementos que indicam a prática dos crimes de receptação e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
Com base nos indícios colhidos, a autoridade policial representou pelas medidas cautelares cabíveis, sendo os mandados expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.
As ordens judiciais estão sendo cumpridas simultaneamente em três pontos do município de Rondonópolis: um estabelecimento comercial do tipo lava-jato, localizado no bairro Vila Rica, uma propriedade rural às margens da BR-364, e uma residência no bairro João Moraes.
No contexto investigativo, a denominação “Cromia Inversa” faz referência a uma técnica identificada durante as apurações, caracterizada pela alteração proposital de cores, pinturas e padrões visuais dos veículos, com o intuito de dificultar a identificação e dissimular a procedência ilícita dos bens e aindae viabilizar a reinserção irregular dos veículos no mercado.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foi constatado que alguns veículos apresentam indícios de possíveis adulterações, motivo pelo qual foi requisitada perícia técnica especializada, destinada à análise detalhada dos elementos identificadores e à comprovação material das irregularidades.
Segundo o delegado responsável pela investigação, Fabrício Garcia Henriques, a atuação técnica e integrada das equipes visa não apenas confirmar as adulterações, mas também identificar a origem dos veículos e possíveis conexões com outros envolvidos, fortalecendo a responsabilização criminal dos investigados.
“As investigações prosseguem de forma contínua, assim como o compromisso da Polícia Civil com o enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais. Ressalto também a importância da participação da população por meio de denúncias, que têm sido fundamentais para o avanço das apurações”, disse o delegado Fabrício Garcia Henriques.
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