A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) e a Polícia Civil de Minas Gerais, por intermédio da Delegacia de Frutal, deflagraram na manhã desta segunda-feira (03.02), a Operação Venda Fantasma, para cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva contra suspeitos de atuar em golpes pela internet.
Nas investigações, foi identificado que os suspeitos, três homens e uma mulher, moradores de Cuiabá e Várzea Grande, atuavam com crimes de fraude por meio virtuais, em especial no golpe do Pix e da falsa venda de produtos pela internet.
Durante os trabalhos, foi apurado que no mês de outubro de 2020, os quatro investigados se associaram previamente com o fim específico de cometer crimes de fraude eletrônica e associação criminosa.
Um dos golpes aplicados pelos suspeitos foi registrado na cidade de Frutal (MG), estando relacionado a compra de uma motocicleta que anunciada nas redes sociais. Na ocasião, a vítima efetuou uma transferência, via PIX, no valor de R$ 4,5 mil, à mulher investigada e logo em seguida, percebeu tratar-se de uma fraude eletrônica.
Na evolução das investigações, foi identificada a associação criminosa, em que os investigados juntos possuem no total 290 contas bancárias abertas, sendo 200 pertencentes a um único integrante do grupo.
A presente operação se trata de desdobramento do planejamento da DRCI e da Diretoria de Atividades Especiais (DAE) da Polícia Civil para a repressão a fraudes eletrônicas e delitos conexos no Estado de Mato Grosso. A ação contou com apoio de uma equipe da Delegacia Especializada do Meio Ambiente para o cumprimento das ordens judiciais.
Nome da Operação
Venda Fantasma faz referência a circunstância de que a motocicleta produto da venda não existir.
Teresina/PI. A Polícia Federal prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (30/9), um homem que transportava aproximadamente R$ 830 mil em espécie, durante abordagem realizada nas proximidades de uma agência bancária, em José de Freitas/PI.
Após a diligência, o preso foi conduzido à Superintendência Regional da Polícia Federal no Piauí, em Teresina, para a adoção dos procedimentos de polícia judiciária cabíveis.
A investigação segue para esclarecer a origem e a destinação dos valores apreendidos, identificar eventuais envolvidos e apurar as circunstâncias do caso.
Comunicação Social da Polícia Federal no Piauí [email protected] (86) 3089-9960
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