A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, deflagrou, na manhã desta sexta-feira (21.2), a Operação Falso Cognato, para cumprimento de ordens judiciais contra uma associação criminosa responsável por um golpe que causou o prejuízo de mais de R$ 2,3 milhões a uma empresa no município.
Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão e de bloqueio de contas bancárias. Uma mulher, que trabalhava na empresa e que atuava diretamente na prática do golpe, foi presa em flagrante por furto mediante de fraude.
As investigações iniciaram em 2024, após representantes da empresa de tecnologia animal procurarem a Derf de Rondonópolis para comunicar o golpe, identificado depois de uma consultoria financeira realizada na companhia.
A apuração interna teve início depois que um cheque pré-datado da empresa foi sacado antes da data. Foi descoberto que a funcionária foi a responsável pela emissão do cheque. Após a consultoria, foi identificado que a suspeita, que exercia cargo de confiança na firma, recebia créditos a serem pagos e emitia duas ordens de pagamento, uma delas falsa que ia diretamente para conta de um dos comparsas.
Nas investigações da Derf, foi possível identificar os envolvidos, sendo pedido os mandados de busca e apreensão contra os suspeitos, representado pela delegada Anna Paula Marien. As ordens judiciais foram deferidas pela Justiça e cumpridas, nesta sexta-feira (21), pela equipe da Derf Rondonópolis.
Durante cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos três veículos (uma camionete Ford Ranger, uma camionete S10, um Ford Ka), além de joias, celulares, relógios e documentos que subsidiarão a continuidade das investigações.
“Nas investigações, foi identificado um verdadeiro esquema para realização dos pagamentos em duplicidade, que geraram prejuízo de grande monta à empresa”, disse a delegada.
O nome da operação Falso Cognato faz referência ao modo de atuação da associação criminosa.
Fortaleza/CE. A Polícia Federal deflagrou, na manhã deste sábado (3/10), a Operação Rastilho, em ação conjunta com o Ministério Público Eleitoral e a Controladoria-Geral da União (CGU), para aprofundar investigação sobre possíveis ilícitos eleitorais no Ceará.
Estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Fortaleza, Coreaú, Irauçuba e Itapajé. Os mandados foram expedidos pela Justiça Eleitoral a partir de representações apresentadas no curso da investigação. Durante as buscas, foram apreendidos aproximadamente R$ 120 mil em espécie.
A operação é desdobramento da Operação Rastro, deflagrada em 31 de agosto deste ano, quando foram apreendidos R$ 334 mil em espécie, além de computadores e aparelhos celulares.
A análise desse material indicou a necessidade de aprofundar a apuração sobre a origem, a movimentação e a possível destinação de recursos que ultrapassam R$ 9,8 milhões, inclusive com o uso da estrutura de uma entidade sindical.
As investigações apuram possíveis pagamentos para obter apoio político e eleitoral em diferentes municípios do Ceará, bem como os fluxos financeiros e as pessoas envolvidas.
As diligências foram feitas antes do pleito para colher e preservar provas contemporâneas aos fatos investigados, em especial sobre a eventual circulação e destinação de recursos ligados a possíveis ilícitos eleitorais.
Além dos valores, foram apreendidos celulares, aparelhos eletrônicos e anotações relacionadas aos crimes que serão analisados e as investigações prosseguem sob a supervisão da Justiça Eleitoral.
Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará (61) 99167-1557 / (85) 99972-0534 [email protected]
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