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Polícia Civil cumpre 280 ordens judiciais com foco na desarticulação de facção criminosa em Mato Grosso

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A Polícia Civil cumpre, na manhã desta terça-feira (17.6), 280 ordens judiciais na Operação Joia Rara, deflagrada pela Delegacia de Guarantã do Norte com foco na desarticulação das atividades de uma facção criminosa envolvida em crimes em diversas cidades de Mato Grosso.

Dentre as ordens judiciais são cumpridos na operação, 60 mandados de prisão temporária, 14 mandados de prisão preventiva, 54 mandados de busca e apreensão domiciliar, além de outras medidas cautelares diversas, expedidas pela 5ª Vara do Crime Organizado de Sinop e pela Vara Única de Guarantã do Norte.

Foram mobilizados para a operação 240 policiais civis de todo o estado, que cumprem os mandados simultaneamente nas cidades de Guarantã do Norte, Novo Mundo, Alta Floresta, Sinop e Cuiabá. Treze lideranças da facção se encontram reclusas em presídios de Peixoto de Azevedo e Sinop, onde terão novos mandados de prisão cumpridos.

Entre os crimes investigados estão organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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As investigações iniciadas há cerca de um ano pela Delegacia de Guarantã do Norte, sob a coordenação do delegado Waner dos Santos Neves, mapearam a atuação da facção, principalmente nas cidades de Guarantã do Norte e Novo Mundo, onde concentravam as atividades ilícitas do grupo criminoso.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

“As investigações apontaram a capilaridade da rede criminosa e a extensão do trabalho investigativo da Polícia Civil. A operação representa um marco na luta contra o crime organizado na região, visando trazer mais segurança e tranquilidade à população mato-grossense”, disse o delegado.

Novas informações sobre o balanço das prisões e apreensões deverão ser divulgadas ao longo do dia, à medida que a operação avança nas diferentes localidades.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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