Mais um alvo da Operação Falsa Portabilidade teve o mandado de prisão temporária cumprido pela Polícia Civil, no final da tarde desta segunda-feira (13.11), subindo para 27 o número de presos na operação.
A operação foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, no último dia 07 de novembro para cumprimento de 116 ordens judiciais contra uma associação criminosa especializada em falsificação de documentos para abertura de contas digitais utilizadas na prática de golpes.
Com base nas investigações, foram decretadas 32 ordens de prisão temporária contra pessoas que tiveram o envolvimento identificado nos golpes. Também foram decretadas nas investigações, 44 mandados de busca e apreensão domiciliar, 39 bloqueios de contas bancárias ligadas à associação criminosa e um mandado de sequestro de bens e valores com o valor superior a R$ 511 mil, referente ao prejuízo da instituição vítima.
O procurado preso nesta segunda-feira (13), estava entre os foragidos da operação e se apresentou na delegacia, na presença de advogado, ocasião em que foi interrogado formalmente e posteriormente encaminhado para audiência de custódia na Capital.
A investigação da Delegacia de Estelionato iniciou há aproximadamente um ano e meio, para descortinar associação criminosa articulada, integrada por pelo menos 44 pessoas envolvidas em crimes de estelionato eletrônico e lavagem de dinheiro, tendo como vítimas diversos servidores públicos e uma instituição financeira.
As investigações apontaram que após a abertura das contas, utilizando documentos falsos com dados de terceiros, os integrantes da associação criminosa solicitavam, de maneira fraudulenta, a portabilidade dos salários de várias pessoas para as contas criadas.
Depois de transferido os valores dos salários para as contas abertas fraudulentamente, os integrantes do grupo dissipavam os valores de maneira rápida para várias outras contas bancárias ou efetuavam saques em caixas automáticos.
Utilizando da fraude, os investigados subtraíram valores relativos ao salário de vários servidores públicos e de outras pessoas.
O delegado que coordenou as investigações, Marcelo Torhacs, destacou que com o cumprimento das medidas cautelares de busca e apreensão, bloqueio de contas e sequestro de bens, a operação buscou descapitalizar o grupo criminoso.
“As investigações continuam com a análise dos materiais apreendidos com o objetivo de identificar outros integrantes envolvidos, assim como e cessar suas atividades criminosas”, disse o delegado.
A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.
A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.
O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.
De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.
Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.
“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.
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