Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional, apreenderam, nesta sexta-feira (3.10), 104 porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína, e prenderam dois homens em flagrante, suspeitos por tráfico ilícito de drogas, em duas ações distintas, em Várzea Grande.
Durante o patrulhamento tático na Operação de Rede de Enfrentamento às Facções Criminosas (Refac), no Centro Sul, os policiais militares receberam informações de que havia um homem comercializando entorpecentes na região.
Ciente das características do suspeito, as equipes se deslocaram ao local e flagraram o homem, que correu para o fundo de uma casa e dispensou uma bolsa ao chão, sendo abordado e detido em seguida. No local, as equipes encontraram, ao todo, 84 porções de substância análogas à cocaína, um aparelho celular, uma balança de precisão e R$ 15.
Em seguida, os policiais militares receberam nova denúncia de tráfico de drogas, no bairro Pirineu, ainda na região metropolitana. Na ocasião, o homem escondia parte das drogas dentro de um carro abandonado, modelo Corsa, de cor vinho.
As equipes reforçaram o policiamento pela região e localizaram o suspeito, que também tentou fugir da abordagem, sendo detido em seguida.
Com ele, foram encontradas algumas porções de substância análogas à maconha e o restante do entorpecente foi localizado em baixo do veículo. Os policiais recolheram, ao todo, 20 unidades do mesmo ilícito, uma tesoura e um celular.
Os suspeitos e todos os entorpecentes apreendidos foram entregues à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16.7), a Operação Égide, destinada ao cumprimento de ordens judiciais contra uma mulher apontada como líder de um esquema de tráfico interestadual de drogas.
Durante a operação, foram cumpridos dois mandados de prisão e dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá e Sinop. Durante as diligências, os policiais também apreenderam aparelhos celulares, porções de entorpecentes e outros materiais que serão analisados no decorrer da investigação.
A ação foi coordenada pela 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças e contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, e da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) de Cuiabá.
A investigação teve início após a prisão de uma mulher com 10kg de Skunk, realizada pela Polícia Rodoviária Federal, em Barra do Garças. As informações obtidas durante essa ocorrência permitiram à Polícia Civil avançar nas investigações sobre a estrutura responsável pelo envio de drogas para outros estados.
Com o avanço das apurações, a Polícia Civil identificou uma mulher, de 45 anos, moradora de Cuiabá, apontada pela investigação como responsável por agenciar e recrutar jovens para o transporte de entorpecentes a diferentes regiões do país.
Segundo as investigações, a suspeita atuava na organização do transporte de drogas em esquemas com ramificações interestaduais e internacionais. De acordo com a Polícia Civil, ela era responsável por coordenar o envio de carregamentos avaliados em milhões de reais para diferentes estados brasileiros.
A investigada tinha três mandados de prisão em aberto, expedidos pela Justiça de Mato Grosso, e era considerada foragida. Após o cruzamento de informações, ações de inteligência e diligências de campo, a equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Barra do Garças localizou o endereço onde ela estava.
Com a localização confirmada, os policiais civis realizaram a abordagem e deram cumprimento ao mandado de prisão e à ordem de busca e apreensão nesta quinta-feira (16).
A segunda prisão da Operação Égide foi cumprida em Sinop, com o apoio da equipe da Draco local. Uma mulher, de 26 anos, que atuava como “mula”, transportando entorpecentes.
A análise dos aparelhos celulares e dos demais materiais apreendidos poderá revelar novos detalhes sobre as rotas utilizadas, os financiadores do esquema, os fornecedores dos entorpecentes, os destinatários das cargas e outros jovens eventualmente recrutados para atuar como transportadores.
As investigações continuam com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os integrantes da facção criminosa.
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