A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, deflagrou na quinta-feira (25.7), a terceira fase da Operação Curto-circuito, com o objetivo de apurar denúncias e reiteração criminosa de fraudes envolvendo o registro de consumo de energia elétrica na cidade.
Entre os alvos nesta fase da operação estão uma distribuidora e um borracharia e lava-jato que somam um débito de mais de R$ 310 mil, junto a empresa fornecedora de enregia e um mercado que tem um débito superior a R$ 101 mil.
Durante os trabalhos, duas pessoas responsáveis pelos estabelecimentos foram presas em flagrante pelos crimes de estelionato e furto qualificado em medidor de energia elétrica.
Entre os presos, estão uma mulher de 54 anos, proprietária de um mercado no bairro Primavera, autuada em flagrante por estelionato e um homem de 34 anos, dono de uma distribuidora, de uma borracharia e de um lava jato, que responderá pelos crimes de estelionato e furto qualificado.
O delegado responsável pela operação, Ruy Peral, destaca que a ação visa reduzir o prejuízo financeiro à concessionária e ao próprio Estado de Mato Grosso.
“O popular ‘gato de energia’ sobrecarrega a rede elétrica, que pode causar gerar danos materiais e integridade física do cidadão, seja por conta de quedas de energia, risco de choque elétrico, curto-circuito e incêndio”.
Outras fases da operação serão realizadas em breve a fim de identificar fraudes envolvendo o consumo de energia elétrica na cidade de Várzea Grande.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta segunda-feira (29.6), a Operação Raleda para cumprir 35 ordens judiciais contra integrantes de duas facções criminosas rivais responsáveis por homicídios e tráfico de drogas em São José do Rio Claro e região.
Os investigados teriam cometido homicídios a mando de líderes das respectivas facções. Os alvos também estão envolvidos na prática de outros crimes, como lavagem de dinheiro e delitos relacionados ao comércio ilegal de medicamentos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as ordens judiciais estão 27 mandados de busca e apreensão em residências, locais de trabalho e empresas dos investigados, além de cinco mandados de prisão preventiva e três de prisão temporária.
A operação é coordenada pela Delegacia de Polícia de São José do Rio Claro. Os mandados são cumpridos em oito cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro e Mirassol d’Oeste.
No decorrer das investigações, ainda foi possível verificar a ocorrência de outros crimes praticados por grupos paralelos, cujos participantes, embora não tivessem relação com os homicídios, mantinham relação entre si na prática de crimes como comércio ilegal e porte ilegal de armas de fogo e munições, lavagem de capitais, venda de medicamentos proibidos pela Anvisa, exercício ilegal da medicina, entre outros.
A operação conta com a participação de 80 policiais civis, entre delegados de polícia, escrivães e investigadores, além do apoio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), da Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, da Delegacia Regional de Nova Mutum e das unidades das cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Brasnorte, Barra do Bugres, Comodoro, Mirassol d’Oeste, Tapurah e Nova Maringá.
Operação Pharus
A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.
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