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Ação conjunta realiza 10 dias de fiscalizações ambientais na região médio-norte de MT

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), em conjunto com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema) e o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), concluíram nesta sexta-feira (15.12), mais uma etapa da Operação Amazônia, deflagrada para fiscalização ambiental nos municípios de Itanhangá, Nova Maringá, Porto dos Gauchos e região.

Durante 10 dias de trabalhos, realizados entre 05 a 15 de dezembro, foram fiscalizadas seis áreas, resultando na confecção de quatro autos de infração, quatro autos de inspeção, quatro termos de embargo, cinco termos de apreensão, sete termos de depósito e dois termos de destruição, e a apreensão de três armas de fogo.

Em uma das áreas fiscalizadas no município de Nova Maringá, as equipes flagraram dois homens, em um acampamento improvisado na mata, em posse de uma espingarda adaptada para calibre .22 e uma arma artesanal calibre .28.

Um dos suspeitos abordados estava com mandado de prisão em aberto, expedido pela Comarca de São José do Rio Claro por tentativa de homicídio. Diante dos fatos, os dois suspeitos foram encaminhados para a Delegacia do município de São José do Rio Claro, onde foram autuados em flagrante.

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Carvoarias ilegais

No município de Itanhangá, foram identificadas atividades de carvoaria irregular, desmate e impedimento da regeneração da mata nativa, resultando na apreensão de maquinários, inutilização de dois fornos utilizados na fabricação de carvão. A ação resultou na condução um suspeito para a Delegacia de Tapurah pela atuação em crime ambiental.

Durante as fiscalizações no município de Itanhangá, as equipes receberam nova denúncia de que naquela região, supostamente existia outra carvoaria irregular. Em diligências para apurar os fatos, os policiais constataram a veracidade da denúncia, porém não sendo localizado nenhum responsável pelo local.

Os trabalhos confirmaram a irregularidade da atividade de carvoaria, sendo apreendido maquinário, inutilizado sete fornos para fabricação de carvão e destruído acampamentos utilizados pelos suspeitos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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