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Ação conjunta da PM e Polícia Civil detém três suspeitos por roubo, apreende armas e drogas em Alta Floresta

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Uma ação integrada entre policiais militares do 8º Batalhão e a Polícia Judiciária Civil prendeu, nesta segunda-feira (6.10), dois homens e apreendeu um adolescente, de 17 anos, suspeitos de roubo à mão armada e tráfico ilícito de drogas, em Alta Floresta (790 km de Cuiabá). As equipes recuperaram uma motocicleta, apreenderam uma espingarda, um revólver, um simulacro de arma de fogo, munições e diversas porções de entorpecentes.

O crime ocorreu na noite da última sexta-feira (3.10), em uma casa, no bairro Alvorada. Na ocasião, dois homens, armados, invadiram uma residência e renderam os moradores, sob ameaças e palavras de baixo calão. Na ação criminosa, os suspeitos exigiram que um homem realizasse uma transferência bancária, via Pix, no valor de R$ 1.137, encaminhada para uma conta identificada como casa de apostas ‘Tigrinho’.

Os suspeitos fugiram da casa com uma motocicleta modelo Yamaha XJ6, cinza, em direção ao bairro Cidade Bela. Desde a ocorrência, os policiais militares, com apoio da Polícia Judiciária Civil, intensificaram o policiamento, no âmbito do Programa Tolerância Zero, em todo município, e nesta segunda-feira (06.10), as equipes receberam informações sobre a localização da quadrilha, com dois endereços distintos.

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Os militares se deslocaram até um imóvel que era utilizado como depósito de ilícitos de entorpecentes pertencentes a uma facção criminosa. No local, as equipes localizaram a motocicleta da vítima, porções de ecstasy, pasta base de cocaína, maconha, balanças de precisão e outros pertences.

Na região, os policiais militares abordaram um adolescente e um homem de 18 anos, que confessaram a participação no crime. Posteriormente, equipes da Polícia Civil localizaram um terceiro suspeito, de 19 anos, com extensa ficha criminal e monitorado por meio de tornozeleira eletrônica, que residia no bairro Bom Pastor.

Durante abordagem, foram encontradas diversas porções de cocaína, embaladas para comercialização, um revólver calibre .38, com dez munições do mesmo calibre e 25 munições calibre .22, além de uma espingarda calibre 20, dentro de um veículo. O indivíduo também confessou participação na ação criminosa. Todos os integrantes da quadrilha foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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