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Israel devolve mais de 80 corpos sem identificação para Palestina

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Trecho de Faixa de Gaza destruído por bombardeio de Israel em 2014
Nações Unidas / Shareef Sarhan

Trecho de Faixa de Gaza destruído por bombardeio de Israel em 2014

Israel devolveu nesta segunda, 5, mais de 80 corpos para Palestina. As pessoas morreram na ofensiva militar na Faixa de Gaza . Apenas hoje, porém, mais 18 pessoas foram mortas.

As pessoas mortas chegaram embaladas em sacos plásticos. Eram cerca de 15 sacos com corpos dispostos entre ele sem critério.

Israel devolve corpos sem identificação

Não se sabe, porém, a origem dos corpos. Conforme contou Yamen Abu Suleiman, diretor do Serviço de Emergência Civil Palestino em Khan Younis , era impossível saber se eram corpos desenterrados de cemitérios pelo exército ou “detentos que foram torturados e mortos”.

Os corpos, além disso, vieram sem identificação ou nomeação: “Não nos forneceram nenhuma informação sobre os nomes, idades ou qualquer outra coisa. Isso é um crime de guerra, um crime contra a humanidade.”

O próximo passo será examinar os cadáveres e tentar entender causa da morte e pontos de identificação. Depois, serão enterrados em vala comum próximo a um hospital.

A guerra entre Israel e o grupo extremista palestino Hamas já provocou a morte de ao menos 40 jornalistas. Reprodução: Flipar

A guerra entre Israel e o grupo extremista palestino Hamas já provocou a morte de ao menos 40 jornalistas. Reprodução: Flipar

Os dados são da organização não-governamental Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Reprodução: Flipar

Os dados são da organização não-governamental Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ). Reprodução: Flipar

A vítima mais recente foi o fotojornalista Ahmed Al-Qara. Ele perdeu a vida em 10 de novembro durante explosões nas cercanias de Khan Younis, na Faixa de Gaza, de acordo com o jornal Al-Dostor, do Egito. Reprodução: Flipar

A vítima mais recente foi o fotojornalista Ahmed Al-Qara. Ele perdeu a vida em 10 de novembro durante explosões nas cercanias de Khan Younis, na Faixa de Gaza, de acordo com o jornal Al-Dostor, do Egito. Reprodução: Flipar

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Nas contagens da organização estão 35 jornalistas palestinos, quatro israelenses e um libanês. Reprodução: Flipar

Nas contagens da organização estão 35 jornalistas palestinos, quatro israelenses e um libanês. Reprodução: Flipar

De acordo com o CPJ, este é o conflito mais mortal para jornalistas desde 1992, quando a organização começou a fazer esse tipo de levantamento. Reprodução: Flipar

De acordo com o CPJ, este é o conflito mais mortal para jornalistas desde 1992, quando a organização começou a fazer esse tipo de levantamento. Reprodução: Flipar

O conflito teve início no dia 7 de outubro, quando o Hamas atacou Israel por mar, ar e terra matando centenas de pessoas - incluindo ações em uma rave perto da Faixa de Gaza e em Kibutzim (comunas agrícolas). Reprodução: Flipar

O conflito teve início no dia 7 de outubro, quando o Hamas atacou Israel por mar, ar e terra matando centenas de pessoas – incluindo ações em uma rave perto da Faixa de Gaza e em Kibutzim (comunas agrícolas). Reprodução: Flipar

Em resposta, o governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu passou a fazer ofensivas contra Gaza e a guerra ganhou uma nova escalada, resultando em milhares de mortos. Reprodução: Flipar

Em resposta, o governo do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu passou a fazer ofensivas contra Gaza e a guerra ganhou uma nova escalada, resultando em milhares de mortos. Reprodução: Flipar

O CPJ também inclui uma menção ao jornalista Wael Al Dahdouh, da Al Jazeera. Ele perdeu esposa, dois filhos e um neto nas ofensivas de Israel a Gaza. Reprodução: Flipar

O CPJ também inclui uma menção ao jornalista Wael Al Dahdouh, da Al Jazeera. Ele perdeu esposa, dois filhos e um neto nas ofensivas de Israel a Gaza. Reprodução: Flipar

De acordo com as agências de notícias Reuters e AFP, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram não ter como garantir a segurança dos profissionais de imprensa que atuam em Gaza. Reprodução: Flipar

De acordo com as agências de notícias Reuters e AFP, as Forças de Defesa de Israel (FDI) afirmaram não ter como garantir a segurança dos profissionais de imprensa que atuam em Gaza. Reprodução: Flipar

Houve jornalistas mortos no ataque terrorista do Hamas, mas a maioria ocorreu nas ofensivas aéreas de Israel. Um caso isolado aconteceu na fronteira com o Líbano. Veja a seguir alguns casos! Reprodução: Flipar

Houve jornalistas mortos no ataque terrorista do Hamas, mas a maioria ocorreu nas ofensivas aéreas de Israel. Um caso isolado aconteceu na fronteira com o Líbano. Veja a seguir alguns casos! Reprodução: Flipar

No ataque do Hamas em 7 de outubro, foram registradas as mortes de seis jornalistas, três israelenses e três palestinos.  Reprodução: Flipar

No ataque do Hamas em 7 de outubro, foram registradas as mortes de seis jornalistas, três israelenses e três palestinos. Reprodução: Flipar

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Shai Regev, 25, do jornal Ma’ariv, e Ayelet Arnin (foto), 22, da emissora pública israelense Kan, foram mortos quando faziam a cobertura do festival de música Supernova. Reprodução: Flipar

Shai Regev, 25, do jornal Ma’ariv, e Ayelet Arnin (foto), 22, da emissora pública israelense Kan, foram mortos quando faziam a cobertura do festival de música Supernova. Reprodução: Flipar

O fotógrafo Yaniv Zohar, 54, do diário Israel Hayom, morreu junto com a esposa e duas filhas no ataque do Hamas ao Kibutz Nahal Oz. Reprodução: Flipar

O fotógrafo Yaniv Zohar, 54, do diário Israel Hayom, morreu junto com a esposa e duas filhas no ataque do Hamas ao Kibutz Nahal Oz. Reprodução: Flipar

A jornalista Salma Mkhaimer, de 31 anos, morreu junto com familiares (entre eles um filho pequeno, o pai e a mãe) durante ataque aéreo israelense na cidade de Rafah, no sul de Gaza, no dia 25 de outubro. Reprodução: Flipar

A jornalista Salma Mkhaimer, de 31 anos, morreu junto com familiares (entre eles um filho pequeno, o pai e a mãe) durante ataque aéreo israelense na cidade de Rafah, no sul de Gaza, no dia 25 de outubro. Reprodução: Flipar

Fundador da empresa de serviços de imprensa Ain Media, Rushdi Siraj, 31 anos, também foi atingido por um ataque aéreo em Gaza. Ele deixou esposa e uma filha de menos de um ano. Reprodução: Flipar

Fundador da empresa de serviços de imprensa Ain Media, Rushdi Siraj, 31 anos, também foi atingido por um ataque aéreo em Gaza. Ele deixou esposa e uma filha de menos de um ano. Reprodução: Flipar

O jornalista Hisham Alnwajha e o fotógrafo Mohammed Subh, ambos palestino da agência de notícias Khabar, morreram em ofensivas aéreas de Israel em 9 de outubro. Reprodução: Flipar

O jornalista Hisham Alnwajha e o fotógrafo Mohammed Subh, ambos palestino da agência de notícias Khabar, morreram em ofensivas aéreas de Israel em 9 de outubro. Reprodução: Flipar

O palestino Saeed al-Taweel, editor-chefe do site de notícias Al-Khamsa News, também perdeu a vida nas respostas de Israel dias depois do ataque do Hamas. Reprodução: Flipar

O palestino Saeed al-Taweel, editor-chefe do site de notícias Al-Khamsa News, também perdeu a vida nas respostas de Israel dias depois do ataque do Hamas. Reprodução: Flipar

Issam Abdallah, cinegrafista da Reuters no Líbano, morreu durante bombardeio na fronteira com Israel em confronto do Hezbollah, que apoia o Hamas. Reprodução: Flipar

Issam Abdallah, cinegrafista da Reuters no Líbano, morreu durante bombardeio na fronteira com Israel em confronto do Hezbollah, que apoia o Hamas. Reprodução: Flipar

No dia 26 de outubro, Duaa Sharaf, apresentadora da rádio Al-Aqsa, morreu junto com a filha quando sua casa foi atingida por mísseis israelenses. Reprodução: Flipar

No dia 26 de outubro, Duaa Sharaf, apresentadora da rádio Al-Aqsa, morreu junto com a filha quando sua casa foi atingida por mísseis israelenses. Reprodução: Flipar


Fonte: Internacional

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Cuiabá

World Creativity Day: Cuiabá irá sediar maior festival colaborativo de criatividade do mundo

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O WCD é realizado anualmente em 21 de abril, data instituída pela ONU em 2017 como o ‘Dia Mundial da Criatividade e Inovação’
O WCD é realizado anualmente em 21 de abril, data instituída pela ONU em 2017 como o ‘Dia Mundial da Criatividade e Inovação’

A Capital de Mato Grosso se prepara para receber o World Creativity Day (WCD) 2025, maior festival colaborativo de criatividade do mundo, que acontecerá de 21 a 23 de abril, em Cuiabá. O Festival acontece simultaneamente em mais de 65 cidades do Brasil e mais 3 países.

O WCD é realizado anualmente em 21 de abril, data instituída pela ONU em 2017 como o ‘Dia Mundial da Criatividade e Inovação’. O evento chega à Cuiabá como um impulsionador da inovação, do empreendedorismo e da economia criativa em um evento totalmente colaborativo por voluntários e marcas que investem no Coletivo Criativo.

Todas as atividades poderão ser acessadas gratuitamente por meio do canal oficial de cada cidade participante no aplicativo (Android e iOS), ou pela plataforma oficial do World Creativity Day na internet.

A edição cuiabana do WCD representa um avanço significativo para o setor cultural e econômico da região Centro-Oeste, promovendo conexões estratégicas, formação profissional e novas oportunidades de negócios.

Com uma programação plural e dinâmica, o festival cria um ambiente propício para troca de conhecimentos, desenvolvimento de ideias e fortalecimento de redes colaborativas.

Além disso, se posiciona como um importante mobilizador para a representatividade feminina dentro do cenário criativo, destacando essas lideranças e impulsionando a participação de mulheres no mercado.

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WCD CUIABÁ

“Somos um time de profissionais que atuam diretamente na valorização da economia criativa, inovação e desenvolvimento sustentável para que o WCD seja sucesso aqui em Cuiabá”, disse a líder do evento na Capital, Lílian Oliveira

O World Creativity Day (WCD) é um festival global que promove a criatividade e a inovação como ferramentas essenciais para o desenvolvimento humano, econômico e social. A iniciativa busca estimular a troca de conhecimentos e a construção de soluções inovadoras, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

A participação de Cuiabá no WCD 2025 é um marco importante para a cidade, destacando-a no cenário internacional e conectando sua cena criativa a um movimento global de inovação.

O evento também se destaca por abranger um público variado, desde talentos emergentes até profissionais consolidados, ampliando as possibilidades de networking e desenvolvimento de novas iniciativas.

Além disso, o festival entra para um calendário de eventos de impacto na Capital, reforçando ainda mais a importância da divulgação midiática e do engajamento de toda a comunidade criativa.

PROGRAMAÇÃO E AÇÕES DO WCD CUIABÁ

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O WCD Cuiabá contará com 15 ações estratégicas, distribuídas em diferentes espaços da cidade, promovendo imersão, aprendizado e experiências transformadoras.

Destacam-se:
​•​Concurso Cuiabá em Cores – Curadoria de Jaqueline Pessôa, incentivando a expressão artística e a identidade visual da cidade.
​•​Exposição Individual do Batorá na Galeria Lava Pés – Com uma ação especial em parceria com Tintas Coral, promovendo uma collab entre artistas.
​•​Oficina com o artista Luiz – Voltada para crianças, dentro do projeto de arte e educação de Jaqueline Pessôa.
​•​Oficina ministrada por Camila Pereira – Também dentro da Galeria Lava Pés, ampliando o impacto do festival na formação artística.
​•​Passeio Cultural Noturno.
● Palestra Show com lideranças criativas.
● World Creativity Social em parceria com os Voluntários de Elite.
● Encontros e Celebrações Colaborativas, entre outras ações, criadas por inspiradores e seus anfitriões, assim como, de mais de 20 voluntários.

Cada uma dessas ações terá um cronograma específico, com definição de local e tempo de duração disponíveis no link: https://worldcreativityday.com/brazil/cuiaba/home

Para mais informações acessem:

@_omundodelily
@worldcreativityday

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