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Representatividade feminina na política será tema de roda de conversa

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Nesta sexta-feira (17), às 19h15, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso realizará, no município de Sorriso, Roda de Conversa do projeto Elas no Parlamento com o tema “Representatividade Feminina na Política e Legislação Eleitoral”. O encontro ocorrerá no auditório da Faculdade Anhanguera. As  discussões serão conduzidas pelo promotor de Justiça Márcio Florestan Berestinas.

Além de levar a temática para discussão com a sociedade, o projeto “Elas no Parlamento” também lançou escuta social para saber se a população do município conhece as ações afirmativas previstas na legislação relacionadas à política de gênero. Acesse o link (https://x.gd/FIQQB) do questionário da escuta social.

O Elas no Parlamento possui ainda perfil no instagram (Acesse: https://x.gd/drEgM) com postagens de conteúdos sobre representatividade feminina na política e legislação eleitoral. Podcasts sobre cota de gênero, financiamento de campanhas femininas, percentagem do tempo de rádio e televisão para candidaturas femininas, consequência do descumprimento das normas eleitorais que asseguram a representatividade feminina na política também serão veiculados.

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O objetivo geral da iniciativa, conforme o promotor de Justiça Márcio Florestan, é promover a conscientização da população residente nos municípios que integram a 43ª Zona Eleitoral de Sorriso a respeito das ações afirmativas previstas na legislação eleitoral voltadas à ampliação da representatividade feminina na política.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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