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Recursos do Bapre beneficiam Guarda Municipal de Várzea Grande

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A Guarda Municipal de Várzea Grande foi contemplada com recursos do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre). Os valores, oriundos de Acordos de Não Persecução Penal (ANPP) e de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), já possibilitaram a aquisição de seis motocicletas que irão atender o projeto Moto Patrulhamento Ambiental. Ao todo, serão sete veículos.
A iniciativa para implementação da primeira guarda municipal motorizada do Estado foi desenvolvida em parceria com o Conselho Comunitário de Segurança de Várzea Grande e tem como objetivo intensificar a atuação preventiva e ostensiva no combate a crimes ambientais, com foco na fiscalização de espaços públicos.
Para a promotora de Justiça Michelle de Miranda Rezende Villela, da 4ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande – Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística, a criação da patrulha representa um avanço na aproximação entre poder público e comunidade. “A patrulha urbana é importante para aproximar a fiscalização da comunidade, trazendo mais proteção, prevenção e resultados concretos no combate aos crimes ambientais”, afirmou.
O comandante da Guarda Municipal, Juliano Cesar Bezerra Lemos, destacou que a medida busca fortalecer a organização urbana e a sustentabilidade. “Queremos uma Várzea Grande mais limpa, verde e em conformidade com a legislação”, disse.
Já o secretário municipal de Defesa Social, Louriney dos Santos Silva, ressaltou que as motocicletas serão ferramentas fundamentais para garantir resposta rápida em casos de crimes ambientais.

O presidente da Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública de Mato Grosso (Feconseg-MT), Danilo Moraes, também elogiou a ação. “A Guarda Municipal de Várzea Grande é histórica, pois foi a primeira criada no estado. Medidas como essa ampliam a cobertura fiscalizatória e fortalecem o enfrentamento à criminalidade”, avaliou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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