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Promotora representa alunos em homenagem pelos 55 anos da UFMT

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A promotora de Justiça Lindinalva Correia Rodrigues, integrante do Ministério Público de Mato Grosso e aluna do curso de Filosofia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), foi escolhida para representar os estudantes em solenidade de homenagem pelos 55 anos da instituição. O evento será realizado no dia 9 de dezembro (terça-feira), às 14h, no Teatro da UFMT.Lindinalva Rodrigues concluiu recentemente a graduação em Filosofia e irá colar grau no dia 17 de dezembro. Além disso, é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO), em que desenvolve pesquisa sobre as mazelas do feminicídio na contemporaneidade. A defesa da tese está prevista para março de 2026. A promotora de Justiça também possui mestrado em Direito pela UFMT, do qual resultou o livro “Direitos Humanos das Mulheres na História: Expulsas do Paraíso”, publicado pela Juruá Editora e lançado no Brasil, Portugal e Espanha.Na solenidade comemorativa, além da representante dos discentes, serão homenageados Maria Cristina Theobaldo (docente), Geisa Luiza de Arruda (técnica) e Domingos Sávio de Melo (egresso).A UFMT comemora oficialmente seu aniversário em 10 de dezembro, com programação cultural e acadêmica que se estende até o dia 15, envolvendo todos os câmpus. A agenda inclui mostra de cursos, apresentações artísticas, debates, homenagens e eventos especiais, como o show de Gabriel Sater com a Orquestra Sinfônica da UFMT, no dia 6 de dezembro (sábado), no Parque das Águas, em Cuiabá.(Com informações da UFMT)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho

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A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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