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Projeto é apresentado a servidores penitenciários em VG

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), realizou no dia 12 de maio (segunda-feira) a segunda apresentação do projeto “Profissionais do Sistema Penitenciário – Promovendo Saúde Mental e Bem-Estar”. Destinada aos servidores que atuam no sistema prisional, a atividade ocorreu no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande.A iniciativa é voltada ao cuidado com os servidores que atuam no sistema prisional, com foco na valorização da saúde mental, na melhoria das relações interpessoais e na conscientização sobre os impactos do adoecimento psíquico na rotina profissional e pessoal.A apresentação contou com a presença da procuradora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) da Execução Penal, Josane Fátima de Carvalho Guariente, e do promotor de Justiça e coordenador adjunto do CAO, Roberto Arroio Farinazzo Júnior. Também participaram da atividade a policial penal Waldicele Maria de Arruda Duarte e a auxiliar ministerial e psicóloga Vitória Harumi Pinheiro Yoshida, integrantes do CAO e da equipe responsável pela execução do projeto.Pela Sejus, estiveram presentes a responsável pela Coordenadoria de Aplicação, Desenvolvimento, Saúde e Segurança, Alcedina Tereza Pedroso de Arruda Alves, e a superintendente de Gestão de Pessoas, Aline Parminode Palma, que destacaram a importância do cuidado com a saúde integral dos servidores e reafirmaram o compromisso da Secretaria com políticas de valorização humana.A direção do Complexo Penitenciário Ahmenon Lemos Dantas também compareceu e demonstrou total apoio à iniciativa. O diretor da unidade, Daniel Ribeiro Acosta, e o gerente de apoio administrativo e penal, Anderson Aconsoerde, reforçaram a disponibilidade da unidade para colaborar com o desenvolvimento contínuo das ações.O projeto “Profissionais do Sistema Penitenciário – Promovendo Saúde Mental e Bem-Estar” foi lançado no dia 30 de abril, na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Ele será apresentado em outras unidades prisionais do Estado, consolidando-se como uma estratégia inovadora e necessária para o cuidado com os profissionais que atuam em um dos contextos mais desafiadores do serviço público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP Eleitoral denuncia vereador por violência política de gênero

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O Ministério Público Eleitoral apresentou denúncia contra o vereador Leandro Budke por violência política de gênero praticada contra a vereadora Juliana Micheli Arend, da Câmara Municipal de Porto dos Gaúchos, município localizado a 644 km de Cuiabá.A denúncia foi oferecida pelo promotor eleitoral Pedro Facundo Bezerra e refere-se a fatos ocorridos durante a 1ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal, realizada em 9 de fevereiro de 2026. Na ocasião, a vereadora fazia uso regular da palavra em plenário, dentro do tempo regimental, quando teve sua fala interrompida de forma abrupta pelo denunciado, em tom autoritário e depreciativo.Segundo informa a denúncia, o vereador determinou publicamente que a parlamentar “não abrisse a boca”, confirmando a intenção de silenciá-la mesmo após ser questionado. O episódio ocorreu em sessão pública, na presença de outros vereadores, servidores e cidadãos, e resultou na interrupção da manifestação da vereadora.De acordo com o promotor de eleitoral, “a conduta não configura mero debate político, mas um ato consciente e voluntário de silenciamento, dirigido exclusivamente à vereadora em razão de sua condição de mulher, com o objetivo de dificultar o exercício do mandato eletivo. A denúncia destaca que a expressão utilizada possui histórico simbólico de exclusão feminina, incompatível com o ambiente democrático do Poder Legislativo”, destacou.O Ministério Público Eleitoral também ressalta que o fato atinge não apenas a esfera individual da vítima, mas valores fundamentais da ordem democrática, como a igualdade de gênero e a representação política. Por essa razão, não foi considerada cabível a celebração de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP).Além da denúncia, o MP Eleitoral requereu a adoção de medidas cautelares, entre elas a proibição de contato com a vereadora, a vedação de manifestações ofensivas, intimidatórias ou constrangedoras durante atividades parlamentares, bem como restrições de aproximação, ressalvadas situações estritamente necessárias ao funcionamento institucional da Câmara.As medidas têm como finalidade cessar o constrangimento, preservar a integridade psíquica da vítima e assegurar o pleno e autônomo exercício do mandato parlamentar, em ambiente institucional livre de humilhação, intimidação e práticas de silenciamento, especialmente por motivo de gênero.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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