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Município cumpre recomendação do MP e instala 48 novas câmeras

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O município de Sapezal (a 500 km de Cuiabá) vai ampliar o sistema de videomonitoramento urbano com a instalação de 48 novas câmeras do programa Vigia Mais MT até o fim do mês de abril. A iniciativa atende a uma recomendação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Sapezal, para que o município aderisse ao programa estadual.Os equipamentos serão distribuídos em 22 pontos estratégicos da área urbana e reforçam as ações de segurança pública na cidade. Com a nova etapa, o sistema passará a contar com 78 câmeras, somadas às 30 unidades já em funcionamento desde 2022. As câmeras serão instaladas em locais de grande circulação de pessoas e veículos, com o objetivo de ampliar o monitoramento e aumentar a segurança da população. O reforço tecnológico se soma a outros resultados entregues pelo Ministério Público à população em parceria com outras instituições, como aumento em 100% no efetivo da Guarda Municipal viabilizada mediante TAC, Grupo Reflexivo com a Polícia Civil, Patrulha Maria da Penha com a PM, blitz educativas, nova sede do Conselho Tutelar, dentre outras medidas.O sistema opera 24 horas por dia, com monitoramento realizado pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública de Mato Grosso (Ciosp) e pela Polícia Militar. A tecnologia auxilia na prevenção e repressão à criminalidade, na localização de veículos furtados ou roubados, na identificação de suspeitos e foragidos da Justiça, além de contribuir com a segurança no trânsito.Entre os principais benefícios do Vigia Mais MT estão o monitoramento em tempo real, que permite respostas rápidas a ocorrências, o acompanhamento de pessoas em atitudes suspeitas, o apoio às investigações policiais e a gestão do tráfego urbano. A presença das câmeras também atua como fator de inibição de atividades criminosas e reforça a sensação de segurança para moradores e visitantes que circulam pelas vias públicas.

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Foto: Reprodução | Prefeitura Municipal.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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