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MPMT lança editais para manutenções prediais em unidades do interior

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso lançou editais de licitação para contratação de empresas para realização de manutenções prediais em 17 unidades localizadas no interior do Estado. As exigências para participação nos certames, as datas das sessões e demais informações estão disponíveis nos endereços eletrônicos https://www.gov.br/compras/pt-br e https://mpmt.mp.br/transparencia/include.php?id=129&tipo=3.

De acordo com informações do Departamento de Engenharia, serão realizadas manutenções prediais em Alto Taquari, Barra do Bugres, Barra do Garças, Brasnorte, Colíder, Comodoro, Diamantino, Guiratinga, Nova Xavantina, Paranatinga, Pedra Preta, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto dos Gaúchos, Sapezal, Sorriso e Tangará da Serra.

Para participar, obrigatoriamente as empresas interessadas deverão possuir credenciamento no Sistema Unificado de Cadastro de Fornecedores (SICAF) e no sistema Compras.gov.br.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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