Ministério Público MT

MPMT abre inscrições para oficinas gratuitas no Espaço MP Por Elas

Publicado em

Estão abertas as inscrições para 14 oficinas gratuitas destinadas exclusivamente às mulheres no Espaço MP Por Elas, que funcionará durante todo o mês de julho no Shopping Três Américas, em Cuiabá. Promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a iniciativa oferece qualificação profissional e oportunidades de geração de renda, com foco no fortalecimento da autonomia financeira, especialmente de mulheres em situação de vulnerabilidade social ou vítimas de violência doméstica.O Espaço MP Por Elas funcionará no piso 1 do Shopping Três Américas, ao lado das Lojas Renner. Ao longo de 22 dias de programação, serão oferecidas oficinas em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Shopping das Unhas e Prefeitura de Cuiabá, sempre no período da tarde. As vagas são limitadas e variam de acordo com cada atividade. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas aqui. A programação contempla capacitações nas áreas de beleza e estética, empreendedorismo, marketing, geração de renda e qualificação profissional. Entre os temas estão Técnica Básica de Depilação de Pernas, Técnica Básica de Tranças, Alongamento de Unha F1, Empreendedorismo Feminino, Brow Lamination, Design de Sobrancelhas, Geração de Renda Feminina, Hydralabial, Depilação Facial e Buço, Manicure Tradicional, Esmaltação em Gel e Blindagem de Unha, Empreendedorismo para Profissionais da Saúde, Técnica Básica de Massagem Relaxante, Técnica Básica de Maquiagem Social e Marketing 360.
“Cada oficina representa uma oportunidade de transformação. Quando oferecemos capacitação e criamos caminhos para a independência financeira, ajudamos as mulheres a fortalecerem sua autoestima, ampliarem suas perspectivas e conquistarem mais liberdade para conduzir suas próprias vidas”, destaca a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Januária Dorilêo.Programação ampliada – Além das oficinas, o Espaço MP Por Elas contará com a exposição do Memorial Observatório Caliandra, que reúne fotografias de mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso, e com uma sala de acolhimento destinada à orientação de mulheres em situação de vulnerabilidade. O local também receberá o projeto Cabide Solidário, desenvolvido pela Secretaria Municipal da Mulher, que promove a arrecadação e a distribuição gratuita de roupas e acessórios.O Espaço MP Por Elas integra o projeto Diálogos com a Sociedade. A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Espaço Caliandra, Amaggi, Bom Futuro, Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Serviço Social da Indústria (Sesi-MT), Energisa Mato Grosso, Prefeitura de Cuiabá, Águas Cuiabá, Senac, Shopping das Unhas e Shopping Três Américas.

Leia Também:  MPMT denuncia militar e montador de móveis por assassinato de advogado

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

Penas de sete faccionados condenados pelo Júri somam 192 anos

Published

on

O Tribunal do Júri de Água Boa (a 730 km de Cuiabá) condenou sete integrantes de uma facção criminosa por homicídio qualificado e participação em organização criminosa. Parte dos réus também foi condenada pelos crimes de cárcere privado, tortura e ocultação de cadáver. Somadas, as penas totalizam 192 anos e quatro meses de reclusão, além de 116 dias-multa. O julgamento foi realizado nos dias 16 e 17 de junho, com apoio do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).De acordo com denúncia da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Água Boa, Jonatha Fernando Moraes Mata, Natália Galvão Alves, Ana Julia Xavier Morais, Yara Yasmin Vilava Alves, Eduardo Ribeiro da Silva, Diego Oliveira dos Santos e Mathias Xavier Campos integravam uma organização criminosa com atuação na região. Conforme a investigação, o grupo planejou e executou o assassinato de Allan Davi Andrade Sousa, em fevereiro de 2024, em uma residência localizada no município de Nova Nazaré. A vítima foi atraída para uma emboscada, morta por motivo torpe e submetida a meio cruel de execução.Antes do homicídio, Allan Davi e o amigo Lucas Orescio Dias foram mantidos em cárcere privado por várias horas. Segundo o Ministério Público, os dois foram atraídos para a residência sob o pretexto de um encontro com integrantes da facção. Após chegarem ao local e consumirem entorpecentes com algumas das acusadas, foram surpreendidos por outros integrantes do grupo, que chegaram armados, tomaram seus celulares e os impediram de deixar o imóvel.As investigações apontaram que a execução foi motivada pela suspeita de que Allan integrasse uma facção rival. A desconfiança surgiu após uma publicação feita pela vítima em uma rede social. A partir daí, integrantes da organização criminosa passaram a monitorar Allan, planejaram uma emboscada e acionaram lideranças da facção para decidir o destino da vítima. Durante horas, Allan e Lucas foram submetidos a ameaças e intensa pressão psicológica enquanto os acusados analisavam o conteúdo de seus aparelhos celulares e buscavam obter uma suposta confissão.Ainda conforme a denúncia, após a autorização para a execução, Allan Davi foi asfixiado com um lençol por integrantes do grupo. Em seguida, parte dos envolvidos transportou o corpo para uma área de mata na zona rural de Nova Nazaré, onde o cadáver foi enterrado em uma cova rasa. A vítima foi decapitada no local, circunstância que embasou o reconhecimento da qualificadora do meio cruel. Enquanto isso, Lucas Orescio permaneceu sob vigilância dos criminosos e, ao ser liberado, teria sido ameaçado para não revelar o que havia ocorrido.Entre os condenados, Jonatha Fernando Moraes Mata recebeu a maior pena, de 35 anos e oito meses de reclusão, além de 16 dias-multa, pelos crimes de homicídio qualificado, dois crimes de cárcere privado, dois crimes de tortura e organização criminosa com função de comando. Natália Galvão Alves foi condenada a 29 anos de reclusão e 20 dias-multa; Yara Yasmin Vilava Alves, a 28 anos de reclusão e 10 dias-multa; Diego Oliveira dos Santos, a 28 anos e oito meses de reclusão e 20 dias-multa; Ana Julia Xavier Morais, a 26 anos de reclusão e 20 dias-multa; Eduardo Ribeiro da Silva, a 25 anos de reclusão e 10 dias-multa; e Mathias Xavier Campos, a 20 anos de reclusão e 20 dias-multa.Todos os condenados deverão cumprir a pena em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri negou o direito de recorrer em liberdade e manteve as prisões preventivas dos réus.Processo 1001338-09.2024.8.11.0021.

Leia Também:  Teatro e educação fortalecem prevenção à violência infantil

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA