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MP debate melhorias para Centro de Atendimento Socioeducativo

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de Sinop (a 480 quilômetros de Cuiabá), promoveu nesta quarta-feira (09) uma reunião interinstitucional com o objetivo de debater e propor melhorias no atendimento prestado pelo Centro de Internação de Adolescentes (CASE) do município.O encontro foi conduzido pelo promotor de Justiça Nilton César Padovan, titular da Promotoria e coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude do MPMT, e contou com a participação da juíza da Vara da Infância e Juventude, Melissa de Lima Araújo; da defensora pública Luciana Barbosa; de representantes de diversos setores do CASE; além de dois adolescentes internados na unidade, eleitos como representantes do grupo.De acordo com o Ministério Público, durante a reunião os participantes discutiram os desafios enfrentados na rotina da instituição, além de apresentarem propostas de melhorias para a resolução de conflitos. “Ouvir diferentes perspectivas nos permite avançar na construção de soluções efetivas e pacíficas para os desafios enfrentados no Centro de Internação. Esse diálogo é fundamental tanto para a garantia dos direitos dos adolescentes quanto para o fortalecimento das equipes que atuam diretamente no atendimento”, ressaltou o promotor Nilton Padovan.Inaugurado em outubro de 2024, o CASE de Sinop é uma unidade voltada à execução de medidas socioeducativas de internação. Localizado na estrada Ângela, o centro tem capacidade para até 60 adolescentes em conflito com a lei na região norte.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Homem é condenado por tentar matar namorada com chutes e socos

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Aroldo Fernandes da Luz foi condenado, na quinta-feira (23), a nove anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado, por tentativa de homicídio contra a então namorada, Carla Santos Queiroz. O réu tentou matar a vítima com chutes, pancadas, tapas e socos após ela manifestar o desejo de deixar uma festa. O julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri de Cuiabá. O Conselho de Sentença reconheceu que o acusado iniciou a execução do crime de homicídio, não consumado por circunstâncias alheias à sua vontade, além de considerar a motivação fútil. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins.O crime ocorreu em janeiro de 2005. Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), o acusado e a vítima, que mantinham relacionamento havia cerca de um ano, participaram de uma festa de casamento em um local no bairro Cophema. Ao manifestar a intenção de ir embora, a vítima teve o pedido recusado pelo réu, o que deu início a uma discussão presenciada por diversas pessoas. Em seguida, no estacionamento do local, o acusado passou a agredi-la fisicamente.A violência se intensificou a ponto de o réu arrastar a vítima pelo chão, puxando-a pelos cabelos. Depois, ele a colocou à força dentro do veículo e seguiu até as proximidades de uma ponte na Avenida Fernando Corrêa, no bairro Boa Esperança, onde a abandonou, acreditando que ela estivesse morta.A vítima foi encontrada em via pública próxima à avenida, desorientada, suja de barro e capim, ensanguentada e com ferimentos graves. Ela foi socorrida e encaminhada ao Pronto-Socorro Municipal.Laudos periciais atestaram que a vítima sofreu lesões na região da cabeça provocadas por instrumento contundente, com risco à vida. Os ferimentos a impediram de exercer suas atividades habituais por mais de 30 dias e exigiram a realização de cirurgia plástica para correção de lesões que causaram deformidades faciais.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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