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Instituições unem forças para fortalecer investigações

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Com o objetivo de estreitar o relacionamento e fortalecer o trabalho colaborativo, integrantes da Força-tarefa Ambiental do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), Polícia Federal e Ministério Público Federal reuniram-se nesta segunda-feira (30) para discutir estratégias de atuação. O encontro ocorreu na sede da Polícia Federal. 

De acordo com o promotor de Justiça Marcelo Caetano Vacchiano, o encontro buscou fortalecer as parcerias para enfrentamento ao crime organizado ambiental, tendo sido tratados casos nos quais existem investigações conjuntas contra organizações criminosas que atuam em frentes de desmatamentos em regiões de floresta e planos de manejo fraudados que possam acobertar ilícitos em áreas de interesse federal. 

“É importante que a sociedade saiba que os órgãos de persecução estão unidos e organizados e, juntos, vamos enfrentar os desmatamentos e a destruição da Floresta Amazônica por meio de ações conjuntas que foquem principalmente nos ganhos ilícitos que este tipo de criminalidade gera”. 

Além do promotor de Justiça, participaram das discussões a delegada que atua no Gaeco Alessandra Saturnino de Souza Cozzolino, a superintendente da Polícia Federal em Mato Grosso, Lígia Neves Azis Lucindo, o delegado regional de Polícia Judiciária da PF, Marcus Vinicius Zampieri Sellmann, o delegado Cristiano Nascimento dos Santos e os procuradores da República Erich Raphael Masson e Thereza Maia. 

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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