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Gaeco deflagra mais uma operação contra integrantes de facção criminosa

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou nesta quinta-feira (22) mais uma operação contra membros de uma facção criminosa que atua na capital e interior do estado. Denominada “Extremum Agmen”, expressão que em latim significa “Fim da Linha”, a operação cumpre 10 mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão.

As ordens judiciais, conforme o Gaeco, estão sendo cumpridas em Cuiabá, Juara, que inclusive possuía um núcleo de lideranças da facção criminosa, e em Sinop. Já foram presas nove pessoas e cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Entre os itens apreendidos, estão vários celulares e documentos.

Ao todo, 40 agentes estão envolvidos na operação. Na Capital, a ação contou com a participação de agentes do Gaeco e policiais da Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam) da Polícia Militar. Em Sinop, além da equipe do Gaeco, policiais militares da Força Tática auxiliaram no cumprimento dos mandados judiciais. Em Juara, policiais militares da Força Tática do Comando Regional de Juína também participaram da operação. Policiais penais que atuam nas cadeias públicas e presídios localizados nos três municípios que tiveram alvos também contribuíram para a realização da operação.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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