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Exposição Luz e Sombra está em cartaz na Biblioteca Attílio Ourives

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A Biblioteca Attílio Ourives, localizada no 3º andar da Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, recebe, até 1º de dezembro de 2025, a exposição “Luz e Sombra”, do residente Mateus dos Santos Gomes Cardoso. A mostra integra o projeto Biblioteca Viva, desenvolvido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), que tem como propósito promover a integração entre as pessoas por meio de apresentações e expressões culturais.A exposição convida o público a uma imersão sensorial na linguagem do claro e escuro, explorando como a luz e a sombra revelam mais do que as formas: revelam sentimentos, memórias e identidades. Com obras que transitam entre o realismo e o simbólico, o artista utiliza a técnica do grafite, o jogo de luzes e o uso da cor como elemento narrativo para compor imagens que refletem sobre autoconhecimento, ancestralidade e emoção.Entre as obras em destaque estão “A Chama do Olhar”, que funde o fogo e a visão em um mesmo símbolo; “Em Busca de Si”, que retrata a vulnerabilidade humana; “Cor na Sombra”, que quebra a neutralidade do preto e branco com o colorido de uma arara; além de “Fragmentos de um Rosto” e “Fusão Cromática”, que investigam a fragmentação da identidade e o cruzamento entre o real e o imaginário.Outras obras, como “Anonimato”, “Metade da Ancestralidade”, “Entrelaço” e “Altivez”, abordam temas como pertencimento, herança cultural, conexão e poder interior. Já em “Visões em Caos” e “Entre o Silêncio e o Vento”, o espectador é conduzido a uma experiência de contemplação e reflexão sobre o olhar e o tempo.Mais do que uma exposição visual, “Luz e Sombra” propõe uma jornada simbólica e emocional, um convite a perceber que a luz não existe sem a sombra, e que ambas são expressões da própria humanidade.“Quando recebi o convite, fiquei surpreso. Eu havia voltado a desenhar há apenas seis meses, então ser lembrado e convidado para expor foi inesperado e muito especial. Estou muito feliz por ter minhas obras em cartaz na biblioteca e por contar com o reconhecimento de uma instituição tão relevante como o Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Ver a reação das pessoas aos meus desenhos é extremamente gratificante”, afirmou Mateus Cardoso. Conforme o artista, a realização do trabalho de curadoria para a exposição foi tranquila e prazerosa. “Tive total apoio da equipe do Ceaf, que possui grande experiência em eventos, exposições artísticas e valorização de talentos. Esse suporte foi essencial para que tudo acontecesse de forma organizada e acolhedora, o que me deixou ainda mais confiante e motivado”, acrescentou. Biblioteca Viva – O coordenador da Escola Institucional, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, destaca que a iniciativa faz parte do esforço do MPMT em aproximar a instituição da comunidade por meio da arte e da cultura.“O projeto Biblioteca Viva busca abrir as portas da biblioteca do MPMT, promovendo a difusão do conhecimento e da arte regional. Assim, criamos um ambiente propício ao desenvolvimento intelectual, ao fortalecimento de laços e ao fomento do diálogo entre diferentes grupos e comunidades, contribuindo também para momentos de descontração, criatividade e bem-estar”, ressaltou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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