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Corregedoria prestigia apresentação teatral do projeto Eu e o Mundo

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A Corregedoria-Geral do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) participou, em São José dos Quatro Marcos, nesta quarta-feira (25), de uma apresentação teatral realizada pelos alunos da Escola Estadual Lourenço Peruchi, como parte das atividades do projeto “Eu e o Mundo”, iniciativa voltada ao fortalecimento das competências socioemocionais, da cultura e da cidadania no ambiente escolar.O projeto está cadastrado Banco de Projetos e Entidades do Ministério Público (Bapre) por meio do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), a pedido de uma professora da unidade escolar. A proposta contempla apresentações teatrais e a realização de oficinas pedagógicas, com foco no desenvolvimento emocional, cognitivo e social de crianças e adolescentes.Reconhecendo a relevância da iniciativa, a Promotoria de Justiça de São José dos Quatro Marcos destinou recursos para a aquisição de figurinos, confecção de cenários e outros materiais essenciais à execução do projeto, contribuindo para qualificar ainda mais as atividades desenvolvidas pelos alunos.Durante a apresentação, o procurador de Justiça e Corregedor-Geral, João Augusto Veras Gadelha, destacou o protagonismo da comunidade escolar e a importância de ações que integrem educação, cultura e cidadania.“Parabenizo os alunos pela brilhante apresentação teatral realizada, fruto do comprometimento e dedicação de toda a comunidade escolar. A educação é a base de tudo. São vocês que vão transformar esta e as próximas gerações, em meio a tantos desafios que enfrentamos hoje. É na educação que encontramos o caminho da esperança”.O projeto “Eu e o Mundo” tem como objetivo fomentar aprendizagens significativas, promover valores positivos, reduzir a violência no ambiente escolar e familiar e incentivar a construção de projetos de vida mais conscientes e solidários entre os estudantes.”Tenho a honra e a grande satisfação de estar presente nesta apresentação teatral, fruto de um projeto tão bonito e significativo, que conta com o apoio do Ministério Público e demonstra, na prática, o impacto positivo das nossas ações. Agradeço, pelo convite para assistir a essa apresentação e por acreditar no poder transformador da educação, da cultura e da arte como instrumentos de mudança social”, destacou o promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Penas de sete faccionados condenados pelo Júri somam 192 anos

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O Tribunal do Júri de Água Boa (a 730 km de Cuiabá) condenou sete integrantes de uma facção criminosa por homicídio qualificado e participação em organização criminosa. Parte dos réus também foi condenada pelos crimes de cárcere privado, tortura e ocultação de cadáver. Somadas, as penas totalizam 192 anos e quatro meses de reclusão, além de 116 dias-multa. O julgamento foi realizado nos dias 16 e 17 de junho, com apoio do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).De acordo com denúncia da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Água Boa, Jonatha Fernando Moraes Mata, Natália Galvão Alves, Ana Julia Xavier Morais, Yara Yasmin Vilava Alves, Eduardo Ribeiro da Silva, Diego Oliveira dos Santos e Mathias Xavier Campos integravam uma organização criminosa com atuação na região. Conforme a investigação, o grupo planejou e executou o assassinato de Allan Davi Andrade Sousa, em fevereiro de 2024, em uma residência localizada no município de Nova Nazaré. A vítima foi atraída para uma emboscada, morta por motivo torpe e submetida a meio cruel de execução.Antes do homicídio, Allan Davi e o amigo Lucas Orescio Dias foram mantidos em cárcere privado por várias horas. Segundo o Ministério Público, os dois foram atraídos para a residência sob o pretexto de um encontro com integrantes da facção. Após chegarem ao local e consumirem entorpecentes com algumas das acusadas, foram surpreendidos por outros integrantes do grupo, que chegaram armados, tomaram seus celulares e os impediram de deixar o imóvel.As investigações apontaram que a execução foi motivada pela suspeita de que Allan integrasse uma facção rival. A desconfiança surgiu após uma publicação feita pela vítima em uma rede social. A partir daí, integrantes da organização criminosa passaram a monitorar Allan, planejaram uma emboscada e acionaram lideranças da facção para decidir o destino da vítima. Durante horas, Allan e Lucas foram submetidos a ameaças e intensa pressão psicológica enquanto os acusados analisavam o conteúdo de seus aparelhos celulares e buscavam obter uma suposta confissão.Ainda conforme a denúncia, após a autorização para a execução, Allan Davi foi asfixiado com um lençol por integrantes do grupo. Em seguida, parte dos envolvidos transportou o corpo para uma área de mata na zona rural de Nova Nazaré, onde o cadáver foi enterrado em uma cova rasa. A vítima foi decapitada no local, circunstância que embasou o reconhecimento da qualificadora do meio cruel. Enquanto isso, Lucas Orescio permaneceu sob vigilância dos criminosos e, ao ser liberado, teria sido ameaçado para não revelar o que havia ocorrido.Entre os condenados, Jonatha Fernando Moraes Mata recebeu a maior pena, de 35 anos e oito meses de reclusão, além de 16 dias-multa, pelos crimes de homicídio qualificado, dois crimes de cárcere privado, dois crimes de tortura e organização criminosa com função de comando. Natália Galvão Alves foi condenada a 29 anos de reclusão e 20 dias-multa; Yara Yasmin Vilava Alves, a 28 anos de reclusão e 10 dias-multa; Diego Oliveira dos Santos, a 28 anos e oito meses de reclusão e 20 dias-multa; Ana Julia Xavier Morais, a 26 anos de reclusão e 20 dias-multa; Eduardo Ribeiro da Silva, a 25 anos de reclusão e 10 dias-multa; e Mathias Xavier Campos, a 20 anos de reclusão e 20 dias-multa.Todos os condenados deverão cumprir a pena em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri negou o direito de recorrer em liberdade e manteve as prisões preventivas dos réus.Processo 1001338-09.2024.8.11.0021.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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