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Conferência em Juína debate cidadania e equidade LGBTQIA+ 

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O promotor de Justiça Rodrigo da Silva participou da 1ª Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ de Juína, realizada no sábado (24), no auditório do campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), no município de Juína. Como palestrante de uma das mesas temáticas do evento, o membro do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) falou sobre “Direitos Humanos e Cidadania LGBTQIA+: avanços e desafios na garantia dos direitos da população LGBTQIA+, com ênfase na justiça, proteção e equidade”.Para o promotor de Justiça, a presença do Ministério Público na Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ é mais que um gesto simbólico — é uma expressão concreta do dever constitucional da instituição.“O Ministério Público é uma instituição permanente, essencial à defesa da ordem jurídica, do regime democrático e, sobretudo, dos interesses sociais e individuais indisponíveis. Nossa atuação aqui se fundamenta na missão de proteger os direitos humanos, combater qualquer forma de discriminação e assegurar que as políticas públicas voltadas à população LGBTQIA+ sejam efetivas, inclusivas e garantidoras de justiça e equidade”, pontuou.O promotor de Justiça ainda destacou a importância do diálogo sobre o tema. “Este espaço de escuta qualificada e de participação social é fundamental para que possamos, juntos, identificar desafios, propor soluções e fortalecer a construção de uma sociedade mais justa, plural e acolhedora para todas as pessoas, sem qualquer forma de preconceito ou exclusão. Estar aqui é reafirmar o nosso compromisso com a promoção da cidadania, da justiça social e da equidade para a população LGBTQIA+.”A conferência faz parte das etapas preparatórias da 4ª Conferência Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, convocada pelo Decreto Federal nº 11.848/2023, com o objetivo de debater e propor diretrizes para a construção e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção da cidadania, dos direitos humanos e ao enfrentamento das diversas formas de discriminação contra a população LGBTQIA+.A etapa municipal em Juína foi convocada pela Associação Fênix LGBTQIA+ de Mato Grosso, em parceria com a Associação da Parada do Orgulho LGBTQIA+ de Mato Grosso, conforme os parâmetros estabelecidos pelo Documento Orientador Nacional e pelo Regimento da 4ª Conferência Estadual dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ de Mato Grosso. Também participaram da mesa temática o defensor público Marcelo Pompeo Pimenta e a advogada Beatriz Wandsheer.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

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Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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