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CAO Educação lança materiais para apoiar ações na educação infantil

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional de Educação (CAO Educação), lançou novos materiais institucionais voltados ao fortalecimento da atuação ministerial na defesa do direito à educação infantil. Entre os conteúdos divulgados estão o “Roteiro de Atuação – Atuação Coordenada para Garantia da Educação Infantil” e o “Kit de Atuação – Educação Infantil”, elaborados para subsidiar promotores e servidores na promoção de políticas públicas voltadas à primeira infância.O roteiro reúne orientações técnicas para atuação coordenada das Promotorias de Justiça, apresentando diagnóstico atualizado sobre a realidade da educação infantil no Estado, fundamentos legais e constitucionais, critérios de organização das filas de espera e estratégias de atuação extrajudicial. A proposta é ampliar a efetividade institucional na garantia do acesso à creche e à pré-escola, com foco em planejamento, transparência e soluções estruturais.De acordo com o material, a educação infantil representa etapa essencial do desenvolvimento das crianças e ainda enfrenta desafios importantes em Mato Grosso, como demanda reprimida por vagas, fragilidades na gestão da demanda e necessidade de ampliação da infraestrutura educacional. O documento destaca a importância da atuação integrada entre Ministério Público, gestores públicos e órgãos de controle para superar entraves históricos e promover avanços sustentáveis na política educacional.Já o Kit de Atuação reúne modelos de peças extrajudiciais e judiciais, minutas, checklists e referências normativas que auxiliam os órgãos de execução na condução de procedimentos relacionados à oferta de vagas em creches e pré-escolas. O objetivo é oferecer instrumentos práticos que contribuam para uma atuação resolutiva, alinhada às diretrizes nacionais e às recomendações institucionais do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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