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Biblioteca do MPMT é inaugurada e está de portas abertas à comunidade

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Amantes da leitura e do conhecimento passam a contar com mais um espaço cultural em Cuiabá. No final da tarde desta quinta-feira (26), foi inaugurada a Biblioteca Attílio Ourives, localizada na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá. A solenidade de inauguração contou com a participação de membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, servidores da instituição, integrantes da magistratura, da advocacia e do Conselho Estadual de Educação, entre outros.

 “Esta biblioteca é mais do que um espaço, ela é a materialização de um legado de compromisso com o conhecimento, a justiça e a educação. Que esta biblioteca sirva como um farol de luz em nossa comunidade, iluminando o caminho para um futuro melhor”, ressaltou o coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, promotor de Justiça Antonio Sérgio Cordeiro Piedade.

O subprocurador-geral de Justiça Jurídico e Institucional, Marcelo Ferra de Carvalho, enfatizou que o espaço servirá de estímulo ao estudo e ao aperfeiçoamento. Lembrou que Attílio Ourives, homenageado com o nome dado à biblioteca, foi procurador de Justiça e a sua trajetória tem relação com a educação e o Ministério Público.

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Mato-grossense, o homenageado faleceu em dezembro de 2016, aos 82 anos de idade. Filósofo, pedagogo e jurista, Attílio Ourives tornou-se promotor de Justiça em 1976 e foi um dos fundadores da Universidade Federal de Mato Grosso, tendo sido, inclusive, reitor da instituição. 

Presente na solenidade de inauguração da biblioteca, a filha do homenageado, Eremita Laura Ourives, destacou que seu pai foi professor na maior parte da sua vida.  Filho de família humilde, ela lembra que o procurador de Justiça se destacava pela humildade, inteligência e generosidade.

Entre as autoridades que prestigiaram o evento, estiveram a diretora-geral da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos; o diretor-presidente da Escola Superior da Advocacia, Giovane Santim; o presidente do Conselho Estadual de Educação, conselheiro Gelson Menegatti Filho; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki; a subprocuradora-geral de Justiça Administrativo, Claire Voguel Dutra; o presidente da Associação Mato-grossense do Ministério Público, promotor de Justiça Mauro Benedito Pouso Curvo; o presidente do Sindicato dos Servidores do MPMT, Eziel Santos; a viúva do homenageado, Janete da Silva Ourives; e o secretário-geral do MPMT, promotor de Justiça  Adriano Augusto Streicher de Souza.

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Acervo: O espaço de leitura e estudos foi instalado em uma área aproximada de 303m², e o projeto foi idealizado pelo Departamento de Engenharia (Denge) do MPMT. O layout da Biblioteca Institucional inclui painéis que usam vidro e aço inox. O acervo conta atualmente com 1.200 obras nas áreas do Direito, Filosofia, Sociologia, Cultura, Literatura, Psicologia, Saúde, Antropologia, Ciências Sociais, dentre outras.

O Regimento Interno da Biblioteca do Ministério Público do Estado de Mato Grosso estabelece que o acesso ao empréstimo bibliográfico será permitido, sem ônus, aos membros, servidores e estagiários do MPMT, mediante prévio cadastramento. Ao público em geral e comunidade externa, será permitida a utilização do espaço físico e consulta bibliográfica no local, sendo vedado o empréstimo domiciliar. 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Justiça aceita denúncia e manda prender acusada por morte de advogado

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A Justiça de Mato Grosso acatou a denúncia contra nove pessoas investigadas pelo assassinato do advogado Roberto Zampieri, morto em 5 de dezembro de 2023, em Cuiabá, e determinou a prisão de uma das acusadas.
A decisão foi assinada pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 12ª Vara Criminal da Capital. Com isso, os investigados passam a responder formalmente pelos crimes, que incluem homicídio qualificado e participação em organização criminosa.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, o assassinato teria sido cometido por um grupo organizado, com divisão de tarefas, voltado a execuções sob encomenda.
Entre os denunciados estão Aníbal Manoel Laurindo e Elenice Ballarotti Laurindo, apontados como mandantes do crime. Também são acusados outros envolvidos na intermediação, execução e apoio logístico.
Na mesma decisão, a juíza determinou a prisão preventiva de Elenice Ballarotti Laurindo. Segundo o entendimento da magistrada, há indícios de que ela participou da contratação e do pagamento pela execução, além de risco de interferência no andamento do processo.
Já os pedidos de prisão de Peterson Venites Komel Júnior, Salézia Maria Pereira de Oliveira e Mario Jorge Bucater foram negados. Eles continuarão cumprindo medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica, restrição de contato e limitação de deslocamento.
A Justiça também determinou a citação de todos os denunciados para que apresentem defesa e autorizou o levantamento do sigilo do processo.
A denúncia é assinada pelos promotores de Justiça Samuel Frungilo, Elide Manzini de Campos, Vinicius Gahyva Martins e Rodrigo Ribeiro Domingues.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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