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Atletas devem levar 1 kg de arroz ou feijão para retirada de kits

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Os atletas inscritos na 1º Corrida Diálogos com a Sociedade devem levar 1 kg de arroz ou feijão para a retirada dos kits, conforme o regulamento da corrida, além de apresentar documento com foto e comprovante de inscrição. A retirada ocorre hoje (14) e amanhã (15), das 12h às 19h, na Academia Bodytech Goiabeiras Shopping, em Cuiabá. O kit contém camiseta tecnológica, número de peito, chip eletrônico e brindes dos patrocinadores. Quem fizer a retirada por terceiros precisa apresentar cópia do documento do atleta, comprovante de inscrição e 1 kg de arroz ou feijão por inscrição. A corrida será realizada no próximo domingo, dia 16, a partir das 6h30, no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá.A atleta Adriane Teixeira vai correr 10 km e aproveitou a hora do almoço para retirar o kit dela e de um amigo da assessoria de corrida. “Minhas expectativas são as melhores. Ainda não corri no Parque Novo Mato Grosso, então será uma ótima oportunidade para unir o útil ao agradável. Além disso, espero uma excelente organização. Tudo indica que será um grande sucesso, a primeira de muitas!”, afirmou.O personal trainer Paulo Gil também já retirou o kit. Ele vai correr 10 km junto com uma amiga. “A expectativa é de fazer uma boa prova, me divertir. Vou com uma amiga, no pace dela”, revelou.O proprietário de um centro de treinamento e personal trainer Grey Lemes vai correr 5 km. “Hoje retirei o kit da corrida e a expectativa para a participação da prova está enorme. Espero que domingo esteja todo mundo presente com muita energia, muita garra e muita conexão para que possamos aproveitar cada momento desta prova”, declarou.A primeira edição da Corrida Diálogos com a Sociedade é promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em parceria com a Associação Mato-Grossense do Ministério Público (AMMP). O evento promete movimentar o calendário esportivo da capital, incentivando atividade física, integração, solidariedade e cidadania. A iniciativa também busca aproximar o MPMT da população, fortalecendo o diálogo com a sociedade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Quando Estado atua só na repressão, age nas consequências, diz juíza

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“Quando o Estado entra apenas para reprimir, já estamos trabalhando com as consequências.” A afirmação da juíza auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, Anna Paula Gomes de Freitas, feita durante o 1º Encontro dos Direitos e Garantias Fundamentais de Crianças e Adolescentes na Perspectiva Nacional e Internacional e o 5º Encontro Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de Mato Grosso, realizados nos dias 18 e 19 de maio, em Cuiabá, aponta para a necessidade das instituições públicas atuarem mais preventivamente para melhor proteger os direitos fundamentais desses segmentos da população, hoje expostos às mais diversas formas de violência.Coordenadora do evento, a magistrada defendeu o fortalecimento das ações preventivas e da rede de proteção diante do avanço de problemas que atingem diretamente crianças e adolescentes, como violência digital, vulnerabilidade social e recrutamento por facções criminosas.A juíza ponderou que a programação foi construída a partir das situações que mais têm impactado a vida de crianças e adolescentes na atualidade.“Nós selecionamos esses temas pensando no que vem atingindo mais a vida das crianças e adolescentes atualmente. Nós temos fases, ora são as facções criminosas, ora o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital. Estamos vivendo um tempo em que as crianças estão sendo altamente prejudicadas pelo uso indiscriminado da internet”, afirmou.Anna Paula Gomes de Freitas alertou para os efeitos emocionais provocados pela exposição excessiva às redes sociais e pelo ambiente virtual sem acompanhamento adequado.“O uso excessivo das redes por parte das crianças e adolescentes vem deixando-os ansiosos, talvez até tendentes ao suicídio. Nós estamos preocupados com esses temas e, com base nisso, fizemos a seleção daquilo que deve ser tratado aqui e do que vem apresentando os maiores problemas atualmente na proteção e defesa dos direitos das crianças e adolescentes”, destacou.Realizado em 18 de maio, data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, o encontro também trouxe para o centro das discussões a necessidade de fortalecer a atuação preventiva do Estado e da rede de proteção.“Essa é a principal preocupação da rede de proteção: estar fortalecida. Falta o Estado estar mais presente, dar mais respostas, não só no sentido de punição, mas principalmente no sentido de apoio”, ressaltou a juíza.De acordo com a coordenadora do evento, muitas famílias em situação de vulnerabilidade precisam de suporte para evitar que crianças e adolescentes sejam expostos a riscos e à criminalidade.“A maioria dessas famílias é vulnerável. Elas precisam de uma estrutura, de apoio do Estado, para tirar os filhos de situações em que eles se colocam à mercê do risco”, pontuou.Ao defender políticas públicas mais efetivas e integradas, Anna Paula Gomes de Freitas reforçou que o enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes deve priorizar a prevenção.“Nós precisamos adiantar um passo nesse sentido para atuar mais preventivamente. Precisamos estar mais presentes, não só na educação, mas também na preparação dessas crianças, adolescentes e famílias, para que eles não cheguem a entrar em situação de risco”, concluiu.Além do Poder Judiciário de Mato Grosso, do Ministério Público Estadual e da Faculdade Autônoma de Direito (Fadisp), participam da organização dos encontros a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis), Escola dos Servidores, Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja), Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ), Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente e o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf). O evento conta ainda com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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