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Adolescentes em conflito com a lei são alvos da Operação Vapor

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Realizada pela Delegacia Especializada do Adolescente, em parceria com a Promotoria da Infância e Juventude de Barra do Garças e a unidade do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) no município, a Operação Vapor buscou desarticular atos infracionais análogos ao tráfico de entorpecentes. Três adolescentes em conflito com a lei foram alvos da operação, desencadeada na quarta-feira (16).

De acordo com informações do Gaeco de Barra do Garças, durante a operação foram realizadas três buscas e apreensões em residências ligadas aos alvos. Os agentes do Gaeco, em conjunto com policiais civis, conseguiram apreender celulares que podem conter evidências relacionadas ao tráfico.

Foi encontrada ainda quantidade de droga em posse de um suposto alvo que estava presente na residência. O indivíduo foi conduzido para a delegacia para registro de boletim de ocorrência e posteriormente liberado.

“A ação reflete o empenho das autoridades em enfrentar o problema do tráfico de drogas entre jovens e proteger a infância e adolescência na região. A colaboração entre as instituições é fundamental para garantir que atos infracionais sejam tratados com seriedade e que os adolescentes tenham acesso a medidas educativas, repressivas e preventivas”, destacaram as autoridades envolvidas na operação, os delegados Welber Batista Franco e Joaquim Leitão Júnior e os promotores de Justiça Wdison Luís Franco Mendes, Wellington Petrolini Molitor e Clarissa Cubis de Lima Canan.

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Crédito da Imagem: ENS-Ceag | UNB (Eixo IV)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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