Mato Grosso

Vigia Mais MT auxilia na prisão de foragido da Justiça do Ceará

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Câmeras do programa Vigia Mais MT auxiliaram a Polícia Militar a prender um homem de 36 anos, foragido da Justiça, nesta terça-feira (6.1), no município de Jangada (a 80 km de Cuiabá).

O foragido foi identificado pelo sistema de monitoramento em seu veículo, na MT-246, com destino a Barra do Bugres. A Polícia Militar foi acionada pelos operadores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), para abordagem do procurado.

Após a checagem, os militares confirmaram a identidade do foragido e a existência de um mandado de prisão expedido pela Vara de Família da Justiça de Fortaleza, no Ceará, por uma dívida de mais de R$ 19 mil em pensão alimentícia.

Diante da confirmação, os policiais cumpriram o mandado de prisão e encaminhou o foragido à Delegacia de Polícia de Rosário Oeste, onde permaneceu à disposição da Justiça.

O Vigia Mais MT

Até o momento, 129 municípios aderiram ao Vigia Mais MT e 19.900 câmeras foram entregues. Desse total, 15.900 estão em operação no Ciosp (Centro Integrado de Operações em Segurança Pública), enquanto as demais se encontram em fase de instalação.

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No ano passado, 99 procurados pela Justiça foram presos com auxílio do programa Vigia Mais MT, sendo 54 por meio do sistema de reconhecimento facial e 45 pelo sistema de identificação de placas veiculares.

*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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