Mato Grosso

Unemat realiza processo seletivo para contratação de de engenheiros e motoristas

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) está com inscrições abertas para processo seletivo de contratação temporária de 16 engenheiros civis, eletricistas e florestais, e motoristas. As inscrições deverão ser feitas exclusivamente online no site da universidade e têm prazos diferentes para as realizadas com e sem taxa.

As vagas são para Profissionais Técnicos de Educação Superior (PTES), sendo que as de engenharias se enquadram como Técnicos Universitários, e as de motorista, como Auxiliar Universitário.

As inscrições com pagamento de taxa devem ser feitas até o dia 03 de novembro. O valor da taxa é de 100 reais para Técnico Universitário e 80 reais para Auxiliar Universitário e o prazo para a efetivação do pagamento é até o dia 4 de novembro.

Com isenção de taxa, o período de inscrição é de 21 a 23 de outubro. Podem pedir isenção os desempregados; trabalhadores que recebem até um salário e meio; doadores regulares de sangue; eleitores convocados e nomeados pela Justiça Eleitoral de Mato Grosso, que prestarem serviços no período eleitoral e jurados no Tribunal do Júri.

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Quando contratados, os profissionais cumprirão uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, com remuneração de acordo com o cargo, sendo R$ 7.576,04 para Técnico Universitário (nível superior), e R$ 2.355,22 para Auxiliar Universitário (nível fundamental).

O processo de seleção envolve duas fases: a primeira de Homologação da Inscrição e a segunda de Avaliação de Títulos e Documentos. O resultado final será divulgado em 20 de dezembro. O prazo do contrato de caráter temporário será de 30 meses, contados a partir da data de contratação.

Para se inscrever, clique aqui. No ato da inscrição o candidato deverá optar pela especialidade que pretende concorrer e anexar a documentação exigida. Há também oferta de cadastro de reserva para engenheiros e motoristas. Mais informações estão disponíveis no edital do processo seletivo no site da Unemat.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Procuradora destaca proteção às mulheres indígenas em oficina

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A coordenadora do Centro de Apoio Operacional (CAO) sobre Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino, procuradora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, participou nesta terça-feira (8) da Oficina de Formação das Conselheiras da FEPOIMT Mulher, realizada dentro da programação de formação continuada promovida pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT).
Durante o encontro, a procuradora de Justiça do MPMT abordou o tema “Políticas Públicas para Mulheres” e apresentou a proposta de parceria institucional para a segunda etapa da formação.
A iniciativa reúne representantes indígenas de diferentes regiões do estado com o objetivo de fortalecer a atuação das conselheiras em seus territórios, ampliando o conhecimento sobre direitos, acesso à Justiça, enfrentamento à violência e participação nos espaços de decisão. A FEPOIMT possui abrangência em sete regionais, representando mais de 46 povos indígenas e cerca de 86 terras indígenas em Mato Grosso.
Ao abrir sua palestra, a procuradora destacou a importância da construção coletiva de uma rede de proteção efetiva para as mulheres indígenas. “Quando falamos em rede, podemos imaginar uma rede tecida por muitos fios. Um fio sozinho pode se romper. Mas, quando vários fios se encontram e se fortalecem, eles conseguem acolher, sustentar e proteger”, afirmou.
Durante a exposição, a procuradora reforçou que a Lei Maria da Penha protege todas as mulheres, incluindo integralmente as mulheres indígenas, e ressaltou que o respeito às tradições e à diversidade cultural não pode ser utilizado para justificar qualquer forma de violência.
“A cultura merece respeito. Os povos indígenas têm o direito de preservar seus modos de vida, suas línguas, suas tradições e suas formas próprias de organização. Mas nenhuma tradição pode ser utilizada para justificar agressões, ameaças, estupros, humilhações, controle, perseguições ou qualquer outra forma de violência contra a mulher”, enfatizou.
A representante do Ministério Público também explicou que o atendimento às mulheres indígenas deve considerar suas especificidades culturais, linguísticas e territoriais, garantindo acolhimento adequado e acesso efetivo aos serviços públicos de proteção.
Segundo Elisamara Sigles, o fortalecimento da rede passa pela atuação integrada de instituições públicas e organizações indígenas. “A rede de proteção não deve chegar à comunidade para falar pela mulher indígena. Ela deve chegar para escutá-la, compreender sua realidade e caminhar ao seu lado”, destacou.
A oficina integra a proposta da FEPOIMT Mulher de criar um processo permanente de formação das conselheiras indígenas, inspirado na experiência de formação de defensores de territórios e adaptado à realidade das mulheres indígenas mato-grossenses. Entre os temas discutidos estão direitos dos povos indígenas, defesa dos territórios, acesso à Justiça, identificação e encaminhamento de violações de direitos, enfrentamento às violências e fortalecimento das organizações indígenas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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