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Tribunal devolve prédio do antigo fórum de Várzea Grande para Prefeitura e firma novo acordo

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Gratidão, saudosismo e sentimento de dever cumprido determinaram a tônica da solenidade de devolução do prédio do antigo Fórum da Comarca de Várzea Grande para a Prefeitura Municipal, na manhã desta quinta-feira (11), no Paço Municipal Couto Magalhães. Na mesma ocasião, também foi firmado um termo de compromisso para construção de um estacionamento com cobertura que possibilite a instalação de painéis solares fotovoltaicos no novo fórum, localizado no Chapéu do Sol (saiba mais ao final da matéria).
 
Chamada de “eterna diretora do Fórum da Comarca de Várzea Grande”, pelo atual juiz diretor, Luis Otávio Pereira Marques, a vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Maria Erotides Kneip, que durante décadas atuou naquele local, fez um discurso emocionado, discorrendo sobre a acolhida na cidade, os “momentos inesquecíveis” naquele prédio que, como ela enfatizou, “foi palco de inúmeras lutas” e “local onde vivemos para fazer justiça”.
 
Dentre as muitas lembranças, ela destacou a construção do anexo do fórum, conquista de magistrados, servidores, advogados e sociedade, que se organizaram por meio de festas, bingos e promoções com o intuito de arrecadas recursos. “No dia da inauguração, em 12 de setembro de 2002, os servidores e os presos (porque o fórum foi construído com a ajuda dos reeducandos), passaram a noite anterior ajudando a terminar de colocar o piso porque nós loucamente compramos dois caminhões de piso e não dava tempo de terminar. Aquele poliuretano que cobre a emenda dos dois corredores chegou 6h da manhã, no dia da inauguração. Houve local que o piso estava até mole, que foi preciso colocar um tapete vermelho. O povo achava que era de enfeite, mas não era. Era pra cobrir o piso que a gente tinha acabado de colocar, mas nós inauguramos loucamente assim, com trabalho, com ajuda de quem estava aqui do nosso lado. Então, povo de Várzea Grande, que alegria poder entregar aquilo que nos foi doado, utilizado e devolver dizendo que em momento algum isso serviu para outra finalidade senão aquela para a qual foi doada. Que honra! Que alegria! que sensação de dever cumprido”, discursou a magistrada.
 
Kneip destacou ainda que o local foi “um dos mais respeitados” do município e, para quem lá trabalhou, “o local mais amado”. “Agradeço ao Município de Várzea Grande, na pessoa do prefeito e da primeira-dama, dos seus vereadores, do juiz diretor, pela alegria que nos deram com o prédio mais bonito (ele era o prédio mais bonito da cidade), com um prédio tão confortável, com tanto calor humano, onde tantas pessoas puderam receber o acolhimento judicial. E eu desejo de coração que ele continue sendo esse oásis para aqueles que querem e buscam a justiça porque nós acreditamos num mundo mais justo e muito melhor”, declarou Maria Erotides.
 
O prefeito Kalil Baracat agradeceu à desembargadora pelo reconhecimento externado em suas palavras. Segundo ele, a devolução do prédio, juntamente com todo o mobiliário e equipamentos de ar condicionado, é um presente do Poder Judiciário para o Município de Várzea Grande, que no próximo dia 15 de maio completa 156 anos.
 
“Agradeço à desembargadora Maria Helena por toda sua atenção. E não poderia acontecer num melhor momento, com a desembargadora da nossa cidade, doutora Maria Erotides. Começou essa tratativa lá atrás e tivemos a felicidade, de ter a senhora hoje nos entregando o fórum. É uma gratidão imensa”, disse.
Conforme o gestor, atualmente Prefeitura gasta mais de R$ 100 mil com aluguéis de imóveis que abrigam secretarias fora do Paço Municipal, que agora passarão a funcionar no prédio devolvido pelo Judiciário, a exemplo das Secretarias de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, entre outras.
 
Também movido pelo sentimento de gratidão, o juiz diretor do Fórum de Várzea Grande, Luis Otávio Pereira Marques, destacou o papel de todos que, ao longo das últimas quatro décadas, deixaram sua contribuição. “Gratidão à sociedade várzea-grandense, que contribuiu efetivamente para a construção do edifício do antigo fórum, gratidão a todos os colegas magistrados e magistradas, servidores e servidoras, colaboradores e colaboradoras que por aqui passaram, contribuindo para o regular desenvolvimento do trabalho forense, na busca da distribuição de uma justiça célere e eficaz. Gratidão em especial à eterna diretora do fórum da comarca de Várzea Grande, desembargadora Maria Erotides, que, durante o período que por aqui atuou, deixou somente marcas positivas, indo além das suas atribuições inerentes ao cargo, sempre se envolvendo de corpo e alma nas causas sociais dessa comarca”, declarou.
 
O magistrado enfatizou ainda o sentimento de dever cumprido e apontou para o avanço que o novo fórum representa. “Podemos afirmar que o antigo prédio do fórum desta comarca, que neste ato é devolvido ao Município de Várzea Grande, cumpriu com seu ofício, fez a sua história e agora continuará desenvolvendo seu papel social, abrigando órgãos da municipalidade, em prol do serviço público. Com o desenvolvimento econômico e social da nossa comarca, exigiu-se a construção de um novo prédio do fórum, centralizando todas as unidades judiciárias e administrativas, visando propiciar um ambiente de serviço mais adequado a todos que dele se utilizarem”.
 
Quem também prestigiou emocionada a cerimônia que selou o encerramento das atividades do Poder Judiciário no prédio localizado no Paço Municipal Couto Magalhães foi a técnica judiciária Irany Oliveira Rodrigues, servidora há 37 anos, sendo 35 anos e 10 meses no antigo fórum de Várzea Grande.
 
“Eu cheguei aqui nesse prédio com 21 anos. Hoje eu estou com 58, então, foram tantas alegrias, tantas tristezas… É muita emoção entregar um lugar onde a gente viveu tantos anos, onde criei meus filhos debaixo da mesa, enquanto trabalhava. Agradeço a Deus por tudo o que me deu. Nós fizemos o que nós tínhamos condições de fazer para tratar bem os nossos jurisdicionados”.
 
Ela também compartilhou lembranças do local, que levará para sempre. “Nós tivemos que fazer bingo para construir o estacionamento, quando teve a inauguração da segunda parte do fórum, nós tivemos que lavar os pisos de madrugada para a inauguração, mas foram coisas feitas com alegria! As festas juninas que nós tivemos, festa da primavera, os finais de ano… Era tudo acolhedor! Todo mundo em família e nós compartilhávamos com todo mundo. A sociedade ajudou muito e hoje estamos entregando esse prédio com coração partido, mas com gratidão”, afirmou.
 
Termo de cooperação – A cerimônia de devolução do prédio do antigo fórum foi marcada não só pelas lembranças do passado, mas marcou também um novo passo em direção ao futuro do atual Fórum da Comarca de Várzea Grande. Isso porque foi firmado um termo de compromisso para construção de um estacionamento com cobertura que possibilite a instalação de painéis solares fotovoltaicos na nova sede do Judiciário várzea-grandense, localizada no Chapéu do Sol.
 
Conforme o termo, o Executivo municipal ficará responsável por elaborar o projeto da obra, contratar a execução, arcando com os respectivos custos. Já o Tribunal de Justiça, por meio da Presidência e da Coordenadoria de Infraestrutura, analisará e aprovará o projeto e acompanhará sua execução. O documento foi assinado pelo prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, pela vice-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Maria Erotides Kneip, e pelo juiz diretor do Fórum, Luís Otavio Pereira Marques.
 
De acordo com o gestor municipal, a obra é uma contrapartida pela devolução do prédio, por parte do Poder Judiciário, que doou à Prefeitura todo o mobiliário, equipamentos de ar condicionado e tendas do estacionamento do antigo fórum. “A gente vai construir um estacionamento como forma de contrapartida com o Tribunal de justiça. Já temos o esboço de um projeto e vamos executar essa obra em compensação à doação do fórum de Várzea Grande, que doou mobílias, ar condicionado, que serão reutilizadas por nós. Foram doados e nós agradecemos”, disse.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: fachada do antigo fórum de Várzea Grande. É um prédio de concreto e portas de vidro, algumas palmeiras e outras plantas nas laterais e uma grande calçada de concreto na frente. Segunda imagem: fotografia da  desembargadora Maria Erotides enquanto concede entrevista coletiva. Ela é uma senhora branca, com cabelos compridos, lisos e grisalhos. Usa blusa verde com estampa de mandala, paletó preto e brincos de argolas pequenas e douradas. Ao fundo, é possível ver a decoração do palco com as cores da bandeira de Várzea Grande: verde, branco e azul. Terceira imagem: Juiz Luis Otávio Marques enquanto concede entrevista coletiva. Ele é um homem jovem, branco, com cabelo preto, liso e curto, de barba. Usa camisa branca, paletó e gravata cinza. Terceira imagem: Servidora Irany Rodigues concede entrevista à TV Justiça. Ela é uma senhora branca, de olhos claros, cabelo chanel liso, castanho na raiz e loiro no comprimento. Ela está sorrindo e usa um vestido tubinho preto e bege e um colar dourado com pingente delicado. Ao fundo dela é possível ver parte da parede do antigo fórum de Várzea Grande e algumas pessoas. Quarta imagem: Prefeito Kalil Baracat enquanto concede entrevista à imprensa. Ele é um homem branco, de cabelo preto, liso e curto. Usa camisa branca e um paletó preto. 
 
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Encontro de almas: diligência abriu as portas da paternidade para agente da Infância e Juventude

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Foto horizontal dos anos 1990 que mostra o agente da Infância e Juventude Aparecido Donizete abraçado com a filha Érica, que tinha cerca de 10 anos na foto. Ela era uma menina de pele clara com longos cabelos loiros e cacheados.

Das histórias de tantas crianças e adolescentes que ajudou a reescrever, enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido Donizete da Silva, atualmente lotado na Comarca de Várzea Grande, encontrou em uma de suas diligências, em 1990, a primeira página de sua própria jornada enquanto pai.

Uma bebê foi abandonada pela mãe na casa da parteira, uma senhora muito pobre e sem condições de cuidar da criança, em Barra do Bugres. Nomeado guardião legal da criança, Aparecido levou a bebê com apenas quatro dias de nascida para casa. Ele e a então esposa cuidaram da recém-nascida até que ela restabelecesse a saúde, ao longo de três meses. O cuidado foi tamanho que o servidor, que também trabalhava como professor no período noturno, deixou este emprego para se dedicar ao cuidado com a menina.

Aparecido revela que não tinha interesse em adotar, mas, após três meses de acolhimento daquela bebezinha, decidiu que queria ficar com ela para sempre e pediu para entrar na fila da adoção. O processo levou tempo, pois investigações foram feitas e a mãe biológica foi identificada. Ela teve que registrar a criança, mas acabou perdendo o pátrio poder e, então a menina pôde participar do processo de adoção. “Ela veio como um presente de Deus”, afirma Aparecido.

Já estava escrito

“Eu acho que tudo já estava escrito pra ser dessa forma. Ele já era meu pai, só foi me buscar”, afirma Érica Taiane Buzato da Silva, 36 anos, filha mais velha de Aparecido, que sente o mesmo. “Pra mim, já existia uma paternidade de verdade, o vínculo, o cuidado e o amor vieram antes da ‘chegada’. Quando ela diz isso, eu sinto que a nossa história confirmou o que a gente viveu todos os dias”, diz o servidor.

Érica conta que seus “pais do coração” sempre foram transparentes em relação à sua origem e que, mesmo passando anos questionando o porquê do abandono, o amor que recebeu da família a levou a superar todas as dores.

“Eu sempre soube que eu era adotada. Fui a primeira filha deles. Depois, eu tive mais dois irmãos e a gente cresceu muito feliz. O meu pai é uma pessoa maravilhosa na minha vida! Não sei nem como agradecer porque, se não fosse ele, eu não sei o que poderia ter acontecido comigo. Sou muito grata ao meu pai e à minha mãe porque cuidaram de mim com todo amor, sem nenhuma diferença de mim e os meus irmãos”, diz.

A gratidão relatada por Érica é sentida também por parte do pai dela. “Me sinto profundamente grato e em paz. Olhando pra trás, vejo que o acolhimento que demos à Érica foi mais do que cuidados: foi amor que sustentou a ela e a mim”, afirma. Em relação à paternidade, que começou com a chegada de Érica em sua vida, Aparecido conta que sempre viu como algo muito simples a educação dada a ela e aos demais filhos, Evili e Lucas. “Nunca vi a Érica diferente, mas sim como filha, igual aos outros”, conta.

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Foto vertical antiga que mostra o agente da Infância e Juventude, Aparecido Donizete, com a ex-mulher, duas filhas e o filho ainda crianças, em uma festa. Eles posam sorrindo para a foto.Legado construído com exemplo

Aparecido destaca que sempre priorizou transmitir aos filhos valores como honestidade, caráter e determinação para batalhar pelos objetivos. “Eu sempre busquei passar esses valores no comportamento e nas escolhas do dia a dia, sendo honesto, firme e batalhador, para que eles aprendessem com a nossa convivência, não só com palavras”, pontua.

Para Érica, ficaram desses ensinamentos a admiração e o desejo de seguir os mesmos passos do pai. “Meu pai é uma pessoa de muito caráter, muito esforçado, inteligente, batalhador. Eu sei que a vida dele também foi muito difícil. Eu não sou igual a ele, mas tento ser e me espelho nele porque é uma pessoa maravilhosa. Ele me ensinou a ser uma pessoa honesta e a lutar pelos meus objetivos, pela minha felicidade. Eu conto tudo pra ele, então, a gente tem realmente uma ligação muito forte”, afirma Érica.

Ela destaca que se considera parecida até fisicamente com Aparecido. “É estranho, mas eu acho que a convivência faz a gente ficar parecido. Dizem que pai é quem cria, mas, pra mim, é mais do que isso: meu pai é meu porto seguro, minha referência”.

Por sua vez, Aparecido diz ser muito gratificante e emocionante ver os frutos do seu amor de pai. “Saber que a minha presença ajudou a formar o caráter dela e que hoje existe essa conexão me dá orgulho, e também me faz querer continuar fazendo o certo todos os dias”.

Apoio incondicional

Encontrar nos pais um porto seguro fez com que Érica tivesse coragem para encarar de frente seu passado e, depois de adulta, buscar suas origens. “Eu não perguntava por que achava que era algo que machucava eles, de certa forma. Mas, quando eu perguntei, ele foi atrás, conseguiu o contato de outro pai que também tinha adotado a minha outra irmã. Meu pai me ajudou e eu conheci ela e outro irmão, filho dessa minha mãe biológica. E foi muito legal conhecê-los porque faz parte da minha história, de certa forma, porque têm o meu sangue”, relata Érica. Ao reencontrar os irmãos biológicos, sua genitora havia falecido um ano antes.

Da parte de Aparecido, ele conta que ajudar Érica nesse processo de resgatar o contato com a família biológica foi um misto de carinho e responsabilidade. “Eu entendia o desejo dela de conhecer as origens e apoiei esse caminho. Ao mesmo tempo, eu precisava respeitar o tempo dela e garantir que essa busca não virasse dor ou culpa. Ver que ela conseguiu se aproximar com segurança me deixa muito satisfeito”, avalia.

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Imagem quadrada gerada com auxílio de inteligência artificial que mostra o agente da Infância e Juventude Aparecido Donizete e sua filha Érica abraçados, com um fundo verde de um parque. Ele é um homem pardo de cabelo grisalho e ela uma jovem branca e loira.

Há oito anos morando na Europa, Érica afirma ser difícil estar longe da família, especialmente em datas comemorativas, como o Dia dos Pais, mas que a única palavra que vem à sua mente nessas horas é gratidão. “Quero que ele saiba que é o melhor pai do mundo, que eu sou muito grata a ele por cada gesto, por cada abraço. Minha maior certeza na vida é que eu amo muito ele. Mesmo distantes fisicamente, graças a Deus somos muito próximos, pois, de certa forma ele me deu a vida”, assevera Érica.

Pai e apoiador, Aparecido confirma que a distância aperta o coração, mas que, ao mesmo tempo, sente orgulho ao ver que Érica está correndo atrás dos próprios objetivos com coragem. “A gente procura estar presente do jeito que dá, com diálogo, apoio e carinho. E isso ajuda a transformar a saudade em motivação”.

Adoção

Enquanto agente da Infância e Juventude, Aparecido ressalta que a Justiça tem um papel fundamental em garantir que toda criança tenha o direito de crescer em um ambiente seguro, com afeto, dignidade e oportunidades. “A adoção não é apenas um ato jurídico; é a construção de uma família baseada no amor e na responsabilidade”, avalia.

Ele lembra que, desde quando adotou Érica até os dias atuais, a legislação evoluiu muito. “Hoje, o processo de adoção é mais estruturado, transparente e voltado, acima de tudo, ao melhor interesse da criança e do adolescente. Há uma preparação maior das famílias, acompanhamento técnico e mecanismos que buscam reduzir o tempo de permanência de crianças em acolhimento institucional, sempre preservando seus direitos”, explica.

Aparecido aproveita este Dia dos Pais para deixar uma mensagem a todos os pais: “Aos pais biológicos, que valorizem o privilégio de acompanhar o crescimento dos seus filhos com amor, presença e responsabilidade. E aos pais de coração, que nunca duvidem da força do amor que escolheram oferecer. A verdadeira paternidade não é definida pelo sangue, mas pela presença, pelo cuidado, pelo exemplo e pelo compromisso de estar ao lado do filho em todos os momentos da vida. É esse amor que transforma histórias, fortalece famílias e constrói seres humanos melhores”, declara.

Érica, por sua vez, afirma: “Adoção não é sobre preencher um vazio, mas sobre transbordar o amor, porque é isso que eu sinto”.

Celly Silva

Coordenadoria de Comunicação do TJMT

[email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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