Tribunal de Justiça de MT

Presidente Clarice Claudino discute o aperfeiçoamento para oficiais de Justiça

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, recebeu na tarde dessa terça-feira (25 de julho), a diretoria do Sindicato de Oficiais de Justiça de Mato Grosso (Sindojus), que apresentou demandas relacionadas à oferta de cursos de qualificação e aperfeiçoamento aos oficiais.
 
A meta é agregar ainda mais valor às atividades desenvolvidas pelos oficiais, proporcionando atualizações sobre o uso de plataformas como o Processo Judicial Eletrônico (PJe), e outras ferramentas que fazem parte dos serviços ofertados pelo Judiciário. Um levantamento detalhado sobre os cursos e a demanda por qualificação será alinhada com o sindicato.
 
O aprimoramento dos serviços ao cidadão, foi destacado pela desembargadora Clarice Claudino como um dos pilares que regem sua gestão, assim como a construção de soluções conjuntas, pautadas no diálogo.
 
“A harmonia é o que nos dá força para a construção conjunta de parcerias, soluções e resultados. Com harmonia temos condições de andar ainda mais rápido, todos juntos e unidos rumo às mudanças que precisam ser implantadas e que resultarão, naturalmente, no bem maior, que é o atendimento à sociedade. O diálogo tem esse poder de nos fazer mover com qualidade, avançando sempre. Quero agradecer o companheirismo e o apoio do Sindojus na construção conjunta de pautas essenciais aos nossos servidores, para os quais nos mantemos à disposição”, enfatizou Clarice Claudino.
 
O aperfeiçoamento dos servidores também deve contemplar o uso do sistema Mandamus (Sistema de Automação de Processos e Distribuição Eletrônica de Mandados), que será utilizado de forma experimental pelos oficiais de Justiça de Mato Grosso com o objetivo de otimizar e garantir agilidade no trabalho de entrega e distribuição de mandados.
 
Apresentado à desembargadora Clarice Claudino na última semana, o sistema foi desenvolvido pelo Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), e será implantado em Mato Grosso com a meta de depurar possíveis instabilidades e coletar informações que possam contribuir com o aperfeiçoamento da plataforma. O objetivo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é conferir expertise ao sistema, e com isso, expandir o uso do aplicativo para os demais Estados, sendo Mato Grosso, o primeiro Poder Judiciário fora do Estado de Roraima a utilizar o sistema.
 
Para o presidente do Sindojus, Jaime Osmar Rodrigues, as capacitações deverão garantir maior celeridade e qualidade aos serviços prestados pelos oficiais. “A desembargadora Clarice tem esse olhar diferenciado e humanizado, preocupado não apenas com a prestação jurisdicional, como também em promover o bem-estar aos oficiais, como também é o nosso objetivo”.
 
O juiz auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça, Túlio Duailibi e a diretora-geral do TJ, Euzeni Paiva de Paula acompanharam a reunião.
 
Também estiveram reunidos os integrantes do Sindojus, vice-presidente, Paulo Sérgio de Souza, secretário Luiz Arthur de Souza e o diretor jurídico Wendel Lacerda Oliveira.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: A desembargadora Clarice, a diretora-geral Euzeni estão à mesa com quatro representantes do Sindojus. Segunda Imagem: De pé em primeiro plano, a desembargadora Clarice Claudino ao centro da foto. Ela usa vestido preto com blazer azul turquesa. A sua direita, o presidente do Sindojus, Jaime Rodrigues, na sequência o juiz Túlio Duailibi e o vice-presidente Paulo Sérgio. A sua esquerda, o secretário Luiz Arthur, o diretor jurídico Wendel Lacerda e a diretora geral do Tribunla Euzeni Paiva de Paula.
 
Naiara Martins/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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