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Núcleo de Sustentabilidade faz visita orientativa sobre reciclagem em setores do Tribunal de Justiça

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O Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso iniciou nesta sexta-feira (26 de abril) uma série de visitas orientativas e didáticas sobre reciclagem e assuntos relacionados à sustentabilidade nos setores do TJMT. O objetivo é esclarecer servidores, servidoras, magistrados e magistradas sobre práticas sustentáveis em geral.
 
A equipe do núcleo iniciou o trabalho pela Vice-Diretoria-Geral. Levando algumas lixeiras e objetos ilustrativos, eles explicaram detalhadamente como fazer o descarte de diferentes tipos de materiais, como funcionam cooperativas e associações de reciclagem, práticas industriais, tiraram dúvidas e fizeram perguntas para saber como estava o conhecimento dos servidores sobre o assunto.
 
“Pretendemos ir no máximo de áreas possíveis, fazendo blitz rápidas de conscientização. Nós explicamos o que é, levamos exemplos de resíduos, temos material didático para mostrar a destinação correta de cada item e queremos ir em todo o tribunal diretamente”, pontua a assessora de sustentabilidade do núcleo, Elaine Alonso.
 
Economia de energia elétrica e redução de impressões também foram assuntos abordados pela equipe do núcleo. Dicas como desligar sempre as luzes ao final do expediente, além de computadores e ar condicionado, imprimir somente quando indispensável também foram dadas na blitz.
 
Os servidores fizeram perguntas e trouxeram exemplos práticos do dia a dia, seja no trabalho ou em casa, sobre reciclagem e separação adequada de resíduos. A equipe explicou os tipos de materiais, composição química e falou de produtos específicos que costumam gerar dúvidas, como cápsulas de café, cartelas de medicamentos vazias e eletrodomésticos e eletrônicos de grande porte.
 
A vice-diretora-geral, Claudenice Deijany F. de Costa, gostou muito da visita, por ser contemplada como o primeiro setor a receber a equipe. Ela destacou a importância do conhecimento compartilhado com a equipe e as ações que podem contribuir com a pontuação do TJMT no Prêmio CNJ de Qualidade.
 
“Nós tivemos dúvidas esclarecidas, coisas muito importantes que devemos saber, ações e produtos que nós inconscientemente fazemos o descarte inapropriado. Essa ação do núcleo veio a calhar, até mesmo para contribuir com essa questão da sustentabilidade, que não é só para nós, é para toda a instituição, para que possamos estar bem e pontuarmos no quesito sustentabilidade no Prêmio CNJ de Qualidade”, ressaltou a vice-diretora.
 
As próximas visitas estão agendadas para a próxima semana, na Coordenadoria de Auditoria Interna (CAud), Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP) e juízes auxiliares.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Imagem 1: foto horizontal colorida em plano geral da equipe da Vice-Diretoria-Geral em uma sala com janela persiana e papel de parece florido escutando atentamente a servidora Elaine explicando o assunto. Elaine e o outro servidor estão em pé à frente, ela fala e gesticula com as mãos, os servidores estão de frente, alguns em pé e outros sentados diante das cabines de trabalho e computadores. Imagem 2: foto horizontal colorida da servidora Elaine Alonso. Ela está em pé, segura com as duas mãos um pacote de biscoito e explica sobre o descarte de embalagens. Ela é uma mulher branca, de cabelos pretos longos, veste uma camiseta branca com o logo do Núcleo de Sustentabilidade e crachá. Imagem 3: foto horizontal colorida da vice-diretora-geral concedendo entrevista à TV.JUS em primeiro plano. Ela está em pé, inclinada para a esquerda, fala diante de um microfone. Ela é uma mulher clara de cabelos pretos lisos, usa maquiagem e veste blusa de cor laranja.
 
Mylena Petrucelli/Fotos: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento destaca consensualidade como solução mais rápida para litígios com o poder público

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A consensualidade como um novo caminho para os litígios com o poder público foi o tema de um evento promovido pela Ordem do Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), com a participação do Poder Judiciário de Mato Grosso. O encontro aconteceu na terça-feira (21) e contou com exposição do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Fazenda Pública.

Promovido pelas Comissões de Direito Administrativo e de Mediação, Arbitragem e Justiça Restaurativa da OAB-MT, o evento teve como expositores o juiz Bruno D’Oliveira Marques, coordenador do Cejusc da Fazenda Pública e juiz auxiliar da Ouvidoria do Poder Judiciário de Mato Grosso, e a servidora Juliana Rose Ishikawa da Silva Campos, gestora judiciária no Cejusc da Fazenda Pública.

Também estiveram presentes a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, o vice-presidente da OAB-MT, Giovene Santin, e o procurador-geral da OAB-MT, Flávio Preza Daltro.

A presidente Gisela Cardoso destacou a importância da iniciativa, que contou com mais de 100 inscrições, na forma presencial e híbrida, demonstrando que a Justiça Multiportas é uma realidade presente que deve ser objeto de diálogo entre advogados privados, públicos e integrantes do sistema de justiça, sempre na busca pela melhor prestação jurisdicional.

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Durante a conversa, os expositores apresentaram o funcionamento do Cejusc da Fazenda Pública, legislação aplicável e reforçaram a importância dos métodos consensuais na solução de conflitos envolvendo o Poder Público. Também foram destacados temas já disponíveis para acordos, vantagens da conciliação e como os casos podem ser levados ao Cejusc.

“Nossa proposta é ampliar a utilização da autocomposição em processos que envolvem o Poder Público. Quando incentivamos a conciliação não há renúncia de direitos, mas sim o fortalecimento de um método totalmente seguro, com respostas mais rápidas e adequadas para todas as partes envolvidas no processo”, avaliou o juiz Bruno D’Oliveira Marques.

Os participantes acompanharam ainda explicações sobre funcionamento do fluxo de atendimento do Cejusc da Fazenda Pública, desde o encaminhamento das demandas até a realização das audiências, homologação e cumprimento dos acordos. A atuação dos advogados foi apontada como fundamental para estimular o diálogo, orientar os clientes e construir soluções consensuais.

Conforme apresentado, a autocomposição oferece vantagens para o cliente, advogados, Fazenda Pública e também para o Poder Judiciário. Entre os benefícios estão menos desgastes e incerteza processual, redução do tempo de tramitação, economia ao erário, redução real do estoque processual e o fim previsível do conflito.

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“O fortalecimento da cultura da consensualidade beneficia toda a sociedade. Além de reduzir o tempo de tramitação dos processos, os acordos proporcionam economia de recursos públicos e favorecem soluções construídas de formas conjuntas. Isso preserva relações e amplia o acesso à Justiça”, explicou a gestora judiciária Juliana Ishikawa.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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