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Mato Grosso participa de encontro regional de Comissões de Soluções Fundiárias da Amazônia Legal

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O Poder Judiciário de Mato Grosso vai participar do Primeiro Encontro Regional das Comissões de Soluções Fundiárias da Amazônia Legal, que será realizado de 29 a 31 de outubro de 20205, em Belém (CPA).

O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), por meio da Escola Judicial do Estado do Pará (EJPA), e é voltado para magistrados e magistradas, servidores e servidoras do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mediadores(as) acadêmicos(as), estudantes de Direito, representantes de organizações não-governamentais (ONGs), agências governamentais e público em geral dos noves estados que compõem a Amazônia Legal.

O juiz Eduardo Calmom de Almeida Cézar, membro da Comissão de Soluções Fundiárias do TJMT, representará o Poder Judiciário no encontro e apresentará a boa prática “Multidisciplinariedade e cooperação interinstitucional na atuação da Comissão Reginal de Soluções Fundiárias do PJMT”.

A exposição ocorrerá no dia 29 de outubro, das 17h05 às q9 h, durante a Mesa 3 – Resolução 510/23 do CNJ e Experiências das Comissões da Amazônia Legal. A apresentação destacará o trabalho integrado realizado em Mato Grosso, que envolve magistrados, servidores, representantes de órgãos públicos e instituições parceiras na busca de soluções dialogadas e sustentáveis para conflitos fundiários.

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O juiz Eduardo Calmon foi indicado para representar Mato Grosso pelo presidente da Comissão, desembargador José Luiz Leite Lindote. O corregedor-geral da Justiça e a juíza auxiliar coordenadora da Comissão, Myrian Pavan Schenkel, participam, no mesmo período, do 96º Encontro do Colégio Permanente de Corregedoires-Gerais dos Tribunais de Justiça (Encoge), e do 8º Fórum Fundiário Nacional, os dois eventos serão realizados na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 29 e 31 de outubro de 2025.

A Comissão de Soluções Fundiárias do Poder Judiciário de MT vem se destacando nacionalmente pela atuação pautada na cooperação interinstitucional e na abordagem multidisciplinar. Um exemplo dessa prática foi a visita técnica realizada em Nova Olímpia, em parceria com a Comissão Regional do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), para mediação de demandas coletivas envolvendo ocupações urbanas.

O evento busca promover o diálogo interinstitucional sobre os desafios fundiários na Amazônia Legal, com foco nas atribuições das comissões de soluções fundiárias, conflitos agrários, regularização fundiária, titulação de territórios coletivos, impactos socioambientais e o papel do Judiciário na mediação e prevenção desses conflitos.

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Leia mais sobre atuação da Comissão de Soluções Fundiárias do TJMT:

Comissões Regionais de Soluções Fundiárias do TJMT e TRF1 realizam visita técnica em Nova Olímpia

Autor: Assessoria de Comunicação

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Departamento: CGJ-MT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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