Tribunal de Justiça de MT

Direito internacional em catástrofes e refugiados ambientais são temas discutidos em congresso

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Debates sobre Direito Internacional em catástrofes e refugiados ambientais foram conduzidos no Congresso Internacional CEEISA-ISA, na cidade de Rijeka, na Croácia, entre os dias 18 e 21 de junho. A juíza Tatiane Colombo, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, participou dos debates como pesquisadora do grupo Lepadia (Laboratório de Estudos e Pesquisas Avançadas em Direito Internacional Ambiental), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
 
A magistrada apresentou um painel sobre mineração na Amazônia Legal e os impactos nas mudanças climáticas, falando sobre a importância da biodiversidade brasileira e como as pesquisas nesta área estão sendo desenvolvidas no país.
 
De acordo com a magistrada, a troca de informações entre a comunidade de Direito Internacional é muito importante e deixa o magistrado mais preparado para as demandas cotidianas.
 
“No momento em que o magistrado precisa estar preparado para dar respostas em todas as áreas, é muito importante a pesquisa, trazer isso para a área prática, que é o que a judicatura possibilita. Isso amplia o olhar do magistrado, traz para ele uma decisão com mais tranquilidade, mais fundamento, uma atualização diferente e uma cabeça mais aberta, com a possibilidade de melhorar a qualidade das decisões judiciais”, afirma a juíza.
 
Tatiane Colombo concluiu o mestrado promovido pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) em 2023 com uma dissertação na área de Direito Ambiental. Desde então, ela tem conciliado o trabalho como juíza no 8º Juizado Especial Cível de Cuiabá com o de pesquisadora acadêmica.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: foto horizontal colorida da juíza Tatiane Colombo em sua apresentação no evento. Ela está sentada em uma bancada, diante de um tablet, há um homem sentado ao seu lado. Ao fundo há uma tela projetada com imagens de árvores e textos com fundo azul. Acima há um retroprojetor e tubulações metálicas expostas.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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