Tribunal de Justiça de MT

Dia das Mães: psicólogo palestra sobre as sete dimensões do amor materno

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A tarde do dia 14 de maio foi marcada por um momento de carinho e cuidado com as mamães do Poder Judiciário. Em uma iniciativa conjunta entre a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e a Escola dos Servidores, o auditório Gervásio Leite, na sede do Tribunal de Justiça, recebeu o psicólogo Afro Stefanini II, que proferiu a palestra “Mãe, amor sem limites”.
 
Segundo o palestrante, o objetivo foi levar a mensagem do amor sem limites vivenciado pela mãe. “A mensagem foi da mãe que traz esse amor sem limites, as sete dimensões desse amor, o amor que diverte, o amor que orienta, o amor que oferece autorização para o filho crescer, também o amor que cura, o amor que dá esse aconchego que é fundamental, o amor que consegue colocá-lo na condição de um arco, de uma flecha que vai além, que coloca esse filho para a vida, para o mundo. Então, muitas das mães aqui se identificaram com os diferentes tipos de amor que nós trouxemos e foi muito legal a participação de todas, tanto na hora das músicas quanto na hora da dinâmica. Foi um evento muito aconchegante”, ressaltou.
 
Afro aproveitou a oportunidade para deixar uma recado às mamães presentes. “Eu disse, do fundo do meu coração, que o que me encanta nas mães é que elas já não são apenas as mensageiras, como os pais são mensageiros, as mães são as próprias mensagens, mensagens vivas”, assinalou.
 
Já a vice-presidente do TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip, salientou que a palestra preparada pela Esmagis representa uma maneira muito delicada de mostrar a essência da atual direção do Poder Judiciário nesta gestão. “A desembargadora Clarice Claudino teve sempre o cuidado de mostrar a semente, e é exatamente isso, a semente da amorosidade, a semente da gentileza, a semente do amor. E falar sobre isso no Dia das Mães, proporcionar uma reflexão sobre o verdadeiro papel da mãe, é um prolongamento daquilo que nós pensamos na gestão. Ser mãe é continuar a obra da criação. É mostrar que Deus não desiste do homem, inobstante todas as suas imperfeições”, afirmou.
 
Já a diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, destacou que a palestra foi planejada para marcar essa data, que é muito importante na vida de todas as pessoas. “É um momento de carinho, um momento muito suave que a gente tem que ter também no Judiciário, não é só julgar, não é só coordenar, não é só aprender, a gente também consegue fazer esse lado mais leve, então esse é o objetivo: acolher todas as magistradas, as servidoras, que estão aqui cumprindo o papel. Nós temos que valorizar, porque todos sabem que a mulher tem essa dupla jornada. Fica em casa, cuida dos filhos, vai para o trabalho, volta para casa, faz tarefa, faz uma ‘jantinha’. Então, a gente tem que valorizar essas mulheres valorosas, essa mulher com M maiúsculo, de força.”
 
Conforme Helena, ser mãe é uma verdadeira realização. “É a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Eu tenho dois filhos maravilhosos. Eu procurei ser muito presente na vida deles, apesar do árduo trabalho no Judiciário. Eu só ia aonde eu podia levá-los, aonde eu ia eu os levava a tiracolo, mesmo crianças, mesmo em palestras, eu sempre os levava. Porque eu queria vê-los por perto. E eu tenho um carinho muito especial para os meus filhos e eles por mim. Então, eu sou realizada como mãe. Como mãe, eu digo que Deus me privilegiou”, acrescentou.
 
A servidora Kaliane Cristina da Silva Pereira, analista no Núcleo de Previdência, conta que tem dois filhos: Miguel e Leonardo. “Confesso que me engrandeceu e me deixou com o coração quentinho tudo o que foi dito aqui hoje. Não é fácil ser mãe nos dias atuais. Um mundo com tanta tecnologia, com tantos atrativos, com tantas coisas para roubar os nossos filhos. Mas nós recebemos aqui alguns caminhos de como mantê-los ao nosso lado, caminhar juntos. Ouvimos conselhos, ouvimos histórias, compartilhamos histórias e tudo isso, quando se fala em maternidade, é uma somatória, é mãe ajudando mãe e forma uma grande corrente e essa corrente é um elo sem fim. É como se a gente protegesse todos eles e forma toda essa irmandade. Meu coração hoje se alegra muito com tudo que foi dito aqui, com essa preocupação e essa sensibilidade de olhar para nós, que somos mulheres, que somos servidoras e que somos mãe. E que quando está tudo bem neste primeiro papel, o nosso trabalho aqui flui com muito mais naturalidade. Então eu agradeço, foi uma tarde grandiosa.”
 
Já a servidora Sandra Félix, auxiliar judiciário do Núcleo da Justiça Restaurativa (Nugjur), afirmou que a programação da tarde dessa terça-feira foi maravilhosa. “Está sendo sensacional a palestra, todos que é aqui apresentaram, inclusive a nossa amiga, nossa querida Ceila também, que prestou uma homenagem para a gente. Então, dá-se a oportunidade a todas as mães e a todos os talentos do Poder Judiciário. Eu me sinto realizada, amada, acariciada por todos! Feliz Dia das Mães para todas nós.”
 
Sandra destacou ainda que é uma mãe muito cuidadosa com seus filhos, com quem tem uma grande ligação. “Essa palestra veio mexer um pouquinho comigo e eu me identifiquei bastante no sentido do cuidar. Eu tenho um filho que é trans e ele sofre diversas discriminações sociais. Então, quando veio essas músicas para a gente refletir, eu pude colocar ele um pouquinho no meu colo também e sentir quantas dores, o quanto a gente briga com o mundo a favor dos nossos filhos, né? E a discriminação, a sociedade em si fala que ela inclui, mas na verdade exclui. Então eu tenho esse filho, ele é maravilhoso. Tem oito anos que eu estou conhecendo esse novo serzinho, que era uma menina e que hoje em dia é um menino. O nome dele é Valentim, e eu honro e cuido muito dele, por causa desse mundo que é tão cruel. Então ser mãe de dois meninos, do Matheus Félix e do Valentim Félix, para mim é uma grande honra. Meus brilhantes, meus queridos.”
 
O evento contou ainda com apresentação de músicas com violão e sax, de uma poesia cantada pela sevidora Ceila Mônica e distribuição de brindes às participantes.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: Fotografia colorida onde aparece um homem sentado no palco, falando ao microfone. Ele tem a pele morena, cabelos e barba escuros. Veste uma camisa social azul e calça preta. Ao fundo, um telão com a mensagem ‘Mãe: amor sem limites’. Imagem 2: fotografia colorida da des. Maria Erotides no púlpito. Ela é uma mulher branca, de cabelos grisalhos, que veste blusa preta e casaco bege. Imagem 3: fotografia colorida da des. Helena Maria falando ao púlpito. Ela é uma mulher branca, de cabelos pretos e óculos de grau. Veste uma blusa preta e branca e blazer preto. Imagem 4: fotografia colorida do público presente ao evento. São diversas mulheres que aparecem sentadas no auditório, assistindo à palestra.
 
Lígia Saito / Fotos: Ednilson Aguiar
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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