Tribunal de Justiça de MT

Corregedoria realiza acompanhamento de atividades de seis juízas substitutas em junho

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O juiz-auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ), Eduardo Calmon, realizou visitas técnicas em seis comarcas de Entrância Inicial do Poder Judiciário de Mato Grosso: Novo São Joaquim, Campinápolis, Ribeirão Cascalheira, Itiquira, Alto Taquari, e Alto Garças. As visitas ocorreram entre os dias 18 a 29 de junho com o intuito de acompanhar a vida funcional das juízas substitutas que estão em estágio probatório.
 
Entre as atribuições do juiz-auxiliar está gerenciar, no âmbito da Corregedoria, os procedimentos relativos ao vitaliciamento de magistrados, atuando para garantir a tramitação eficiente dos feitos entre a Presidência do Tribunal de Justiça e a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis).
 
As magistradas Marilia Augusto de Oliveira Plaza, Lorena Amaral Malhado, Raissa da Silva Santos Amaral, Fernanda Mayumi Kobayashi, Marina Dantas Pereira e Amanda Pereira Leite Dias tomaram posse como juízas substitutas em maio de 2022, integraram a turma 1 do Curso Oficial de Formação Inicial para Magistrados (Cofi), que contou com Eduardo Calmo como juiz-coordenador.
 
 
O juiz-auxiliar da CGJ, Eduardo Calmon, explica que a visita técnica visa verificar o exercício dos juízes substitutos, pois é de responsabilidade da Corregedoria organizar desde a posse e a entrada em exercício do juiz substituto, prontuários para acompanhamento da vida funcional durante o estágio probatório, onde serão anotadas as informações necessárias ao vitaliciamento, em conformidade com a Resolução n.º 04/2006/OE.
 
Aproveitando a oportunidade em estar nas comarcas do interior, o juiz-auxiliar conheceu os cartórios extrajudiciais das comarcas. Outra atribuição de Eduardo Calmon é acompanhar e auxiliar o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira, nas visitas técnicas aos serviços notariais e registrais.
 
O corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira, que está liderando a edição do programa Corregedoria Participativa na região sudeste, reafirmou a importância das visitas. “Nessas visitas técnicas o objetivo principal é colher perante a sociedade informações sobre comportamento e relacionamento com todas as autoridades e instituições. Ver o comportamento social dos juízes substitutos”, destacou.
 
“Elas nos permitem estar mais próximos e atentos ao trabalho de nossos magistrados, fornecendo o apoio necessário para o seu desenvolvimento e também para a eficiência dos serviços que prestamos à sociedade. A Corregedoria-Geral da Justiça tem o compromisso de zelar pela ética, transparência e qualidade dos serviços prestados durante o estágio probatório e depois do vitaliciamento dos magistrados”, completou o corregedor.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem foto 1 – O juiz auxiliar da CGJ, Eduardo Calmon e a juíza substituta, Raissa da Silva estão em pé em frente ao Fórum de Ribeirão Cascalheira. Descrição da imagem foto 2 – Da direita para esquerda está o juiz auxiliar da CGJ, Eduardo Calmon, a juíza substituta Fernanda Mayumi e o tabelião do 2º Ofício de Itiquira, Wellington. Eles estão em pé em frente à sede do cartório.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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