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Corregedoria de Mato Grosso cria Manual de Rotina para PJeCor

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A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) criou um Manual de Rotinas para magistrados sobre o Processo Judicial Eletrônico das Corregedorias (PJeCor), que é o  sistema informatizado único usado por todas as Corregedorias do país. O objetivo é padronizar o uso do sistema e facilitando a vida do usuário do sistema. O provimento que trata do Manual foi publicado terça-feira (15), no Diário Oficial da Justiça (DJE).
 
“Essa é uma inovação da Corregedoria da Justiça de Mato Grosso. O PJeCor é essencial para o bom andamento dos procedimentos internos, e este material foi elaborado para orientar magistrados e servidores que utilizam o sistema, especialmente nos procedimentos de caráter disciplinar”, destacou o corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva.
 
Segundo o corregedor, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) solicitou uma cópia do material para que possa ser utilizado pelas demais corregedorias do país. “Ficamos felizes em contribuir, ao mesmo tempo, em que compartilhamos conhecimento e boas práticas com colegas de outras regiões. Isso reflete mais eficiência e transparência para todo o Poder Judiciário”, completou.
 
O material foi desenvolvido pelo Departamento Judiciário Administrativo (DJA), sob a coordenação da diretora Manoeli Tenuta. “Para sanar dúvidas ou dificuldades, elaboramos este Manual de Rotinas com o objetivo de facilitar a compreensão do sistema e otimizar o trabalho de todos. O conteúdo é didático e pode ser acessado de forma online”, explicou a diretora.
 
O PJeCor é um sistema informatizado único para todas as corregedorias, criado para unificar e padronizar a tramitação dos procedimentos administrativos, garantindo mais eficiência, transparência e economia na atuação dos órgãos correcionais. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso foi um dos primeiros no país a utilizar o sistema, em janeiro de 2021.
 
Em setembro de 2023, a convite do CNJ, a diretora do DJA ministrou um curso sobre o sistema para cerca de 300 servidores e magistrados brasileiros. “É muito positivo quando podemos compartilhar conhecimento e trocar experiências com colegas de outros estados. Tanto o curso quanto o Manual foram elaborados de forma criteriosa para atender às necessidades de todos que utilizam a ferramenta”, avaliou Manoeli Tenuta.
 
 
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#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: Foto1: Imagem horizontal colorida. A servidora está em pé e sorri para foto. Ela é uma mulher branca, cabelos na altura dos ombros, usa uma blusa estampada escura. Ao fundo, uma parede branca. Foto 2: Print de um trecho do Manual.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corrida transforma esporte em mobilização contra a violência doméstica em São José do Rio Claro

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Mais do que cruzar a linha de chegada, os 200 inscritos para a 1ª Corrida pela Vida, em São José do Rio Claro (297km de Cuiabá), vão correr por uma causa que diz respeito a toda a sociedade: a prevenção e o enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. Promovido pela 1ª Vara Cível e Criminal da comarca, em parceria com a Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, o evento será realizado no dia 16 de agosto, às 6h30, com largada na Praça Central Domingos Briante.

A iniciativa surgiu a partir da instalação da Rede de Enfrentamento no município e tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a violência contra a mulher, aproximando a comunidade das ações de prevenção e proteção. Para a juíza Raisa Tavares Pessoa Nicolau Ribeiro, magistrada titular da 1ª Vara de São José do Rio Claro e coordenadora da Rede, a corrida representa uma oportunidade de mobilizar toda a sociedade em torno de uma causa que afeta a comunidade como um todo.

“A violência contra a mulher é uma realidade que não atinge só a mulher, mas todos nós. Temos mães, filhas, parentes e amigas. Isso impacta toda a comunidade”, destaca a magistrada. Ela ressalta ainda que a participação no evento está aberta a todos que desejam abraçar a causa, independentemente de serem homens ou mulheres.

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Para a gestora da 1ª Vara e diretora executiva da Rede, Jaqueline de Lima Klein, a corrida é uma forma de levar a discussão para além dos espaços institucionais. “A ‘Corrida pela Vida’ simboliza a luta pela preservação de uma vida digna, reforçando que a sociedade tem um papel fundamental na prevenção da violência e na construção de um futuro mais seguro e acolhedor. É responsabilidade de todos e as instituições trabalham para alcançar esse objetivo”, destaca.

Mobilização

A corrida terá percurso de 5 quilômetros e é aberta a atletas profissionais e amadores. As inscrições já foram encerradas após o preenchimento do número máximo de vagas, mas toda a população está convidada a prestigiar o evento. A expectativa é reunir, além dos 200 corredores, um público expressivo para acompanhar a programação. Alguns atletas, inclusive, virão de outras localidades.

Além da corrida, o evento contará com tendas de informação e saúde, atividades de alongamento com educador físico e outras ações. A programação também será uma oportunidade para ampliar o conhecimento da população sobre os mecanismos de proteção às mulheres, os canais de denúncia e os serviços de apoio disponíveis.

A juíza Raisa Tavares explica que a proposta é fazer com que as informações compartilhadas durante o evento também sejam levadas adiante pelos participantes. “Queremos que as mulheres e também os homens, aquelas pessoas que são amigas dessa causa, tenham a informação para repassar, para que as mulheres saibam que não estão sozinhas nesse tipo de situação. Existem medidas que podem ser adotadas para cessar essa violência”, afirma.

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A magistrada destaca ainda que a corrida é uma iniciativa da Rede de Enfrentamento, formada por diversas instituições, entre elas o Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Civil, Polícia Militar e o município, por meio de suas secretarias. “Todos esses poderes e instituições estão envolvidos, fortalecendo o combate à violência doméstica e familiar contra a mulher”, ressalta.

Para Jaqueline, o principal resultado da iniciativa será construído pela própria comunidade. “Mais do que a realização de um evento esportivo, esperamos fortalecer a conscientização social, ampliar o conhecimento sobre os mecanismos de proteção às mulheres e consolidar a Corrida pela Vida como uma ação permanente de mobilização, prevenção e enfrentamento da violência doméstica e familiar em nosso município”, afirma.

A organização já planeja a realização de uma segunda edição. “O sucesso não será da Rede, será da população”, conclui Jaqueline.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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