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TRE-MT tem novo juiz auxiliar da Presidência

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A Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, Desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, designou o Juiz de Direito, Aristeu Dias Batista Vilella, para atuar como Juiz Auxiliar da presidência do TRE-MT, no período de 04 de maio deste ano a 28 de abril de 2025. O magistrado é o titular do Juizado Especial Criminal Unificado da Comarca de Cuiabá e exercerá ambos os cargos.

O novo Juiz Auxiliar da presidência, que foi designado pela Portaria nº 139/2023, publicada no Diário da Justiça Eletrônico nº 3897 de 08 de maio de 2023, ressaltou o compromisso firmado no cumprimento da missão que lhe foi confiada. “Firmo meu compromisso com a Justiça Eleitoral de Mato Grosso, com a Desembargadora Maria Aparecida Ribeiro e com a sociedade. A perspectiva da atual Gestão é de muito trabalho e empreenderei todos os esforços para que esta Instituição siga avançando na prestação de serviços à população e na atuação jurisdicional célere e eficiente. Todos os desafios serão suplantados por meio do trabalho em equipe, com criatividade, inovação e comprometimento”.

Perfil

Aristeu Dias Batista Vilella, nascido em 28/02/1965 em Itararé/SP, foi nomeado Juiz Substituto em 17 de julho de 1998 perante a Comarca de Canarana-MT. Em 2001 foi promovido para a Comarca de Primavera do Leste onde cumpriu com êxito dois anos de exercício de magistratura. Também foi juiz na 1ª Vara Cível das Comarcas de Barra do Garças e Tangará da Serra. Em 2004 foi promovido para Cuiabá onde já atuou na 8ª Vara Criminal e 6ª Vara Cível até que, em 2019, foi removido para o Juizado Especial Criminal Unificado. O magistrado foi ainda convocado para integrar a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, de fevereiro a abril e 2008. Exerceu atividade docente de 1992 até 2003 e proferiu inúmeras palestras sobre temas correlatos à profissão. No Tribunal de Justiça, exerceu as funções administrativas de Juiz Auxiliar da Presidência no biênio 2005/2007 e no período de 03/08/2015 a 31/12/2016, Juiz Auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, nos biênios 2009/2010 e 2017/2018, Juiz Diretor do Fórum de Cuiabá de 11/02/2015 a 02/08/2015, Juiz Auxiliar da Vice-Presidência no biênio 2021/2022. Importante destacar que teve participação ativa em Comitês objetivando a “Justiça sem papel”, desde o nascedouro do Conselho Nacional de Justiça e principalmente na concretização dos Sistemas Informatizados do Poder Judiciário, nomeado através da Portaria 181/Presidência, de 18 de setembro de 2008, instituindo o “Comitê de Gestão dos Sistemas Informatizados do Poder Judiciário”, e, posteriormente nomeado através da Portaria nº 570 de 24 de junho de 2009, que instituiu o “Comitê Gestor do Sistema CNJ- Projudi”, objetivando o Processo Judicial Eletrônico (PJE – iniciado em setembro/2009), em ambos representando o Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

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Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: Imagem criada em aplicativo de edição, contendo a imagem da fachada do TRE-MT no formato desfocado. Em cima uma faixa laranja com os dizeres: “Designação de Magistrado”, tendo ao lado uma faixa azul com a logo do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso. No centro da imagem uma foto do juiz de direito, Aristeu Dias Batista Vilella e ao lado de sua imagem consta as seguintes informações: Aristeu Dias Batista Vilella, juiz auxiliar da Presidência. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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