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Corregedora Regional Eleitoral de MT participa do 51ª CCORELB; na pauta biometria e ampliação de zonas eleitorais

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A Corregedora Regional Eleitoral e Vice-Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, desembargadora Serly Marcondes Alves, está em Macapá, no estado do Amapá, onde participa do 51° Encontro do Colégio de Corregedores Eleitorais do Brasil (CCORELB), que ocorre de 24 a 26 deste mês. Durante o evento, serão amplamente debatidos assuntos como a retomada do atendimento biométrico, o cadastro eleitoral, a ampliação das zonas eleitorais, o cumprimento das metas de produtividade e os desafios da Justiça Eleitoral para as Eleições Municipais de 2024.

A Corregedoria Regional Eleitoral de Mato Grosso teve atuação direta no Encontro com a apresentação da palestra: “Liderança e Gestão nos Cartórios Eleitorais”. O coordenador jurídico-administrativo da CRE-MT, Carlos Luanga, ministrou o conteúdo aos servidores e o juiz auxiliar da CRE-MT, Antonio Peleja Júnior, abordou o assunto com os corregedores.

Na programação, consta o debate sobre a atualização da Resolução nº 7.651 do TSE, que trata das atribuições do corregedor-geral e dos corregedores regionais da Justiça Eleitoral. A Corregedoria Regional Eleitoral terá espaço no evento para apresentar o resultado das demandas expostas pelas CREs de todo o país e discutir temas técnicos e sensíveis ao trabalho das corregedorias, com foco principalmente na operacionalização e compatibilização das normas com o gerenciamento do cadastro eleitoral.

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“Esse encontro é um campo fértil para a troca de experiências e para pensar conjuntamente, com outras corregedorias, em soluções inovadoras para as demandas apresentadas. A Corregedoria Eleitoral tem um papel fundamental na Justiça Eleitoral, principalmente no que diz respeito à primeira instância dessa instituição, ou seja, os cartórios eleitorais que atuam diretamente no atendimento aos eleitores e realização das eleições. A CRE auxilia as zonas eleitorais em diversos aspectos, como operacionais, normativos, fiscalização e apoio. Portanto, precisamos avançar, fortalecer nossas entregas e esse encontro tem essa finalidade”, destacou a corregedora eleitoral de MT, desembargadora Serly Marcondes Alves.

Também participa do Encontro, a assessora técnica da CRE-MT, Sueli Sanae.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PraTodosVerem: imagem composta por duas fotos abaixo, sendo a primeira a foto oficial do Encontro, com a presença de todos os corregedores regionais eleitorais e a segunda foto, da equipe técnica da CRE-MT que estava presente no Encontro. Acima dessas duas fotos está a logo do 51ª Encontro do Colégio de Corregedores Eleitorais do Brasil.

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Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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