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CEJUD faz análise parcial de desempenho e alinha estratégias para a fase final

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O Comitê Estratégico de Gestão Judiciária (CEJUD) do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) promoveu, nesta terça-feira (1º), a 72ª reunião. O encontro serviu para fazer uma análise do panorama dos indicadores parciais e avaliação de desempenho no cumprimento de metas nacionais estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNI), assim como metas internas do Tribunal, estabelecidas pelo projeto “Pauta Limpa”.  

 A reunião foi conduzida pelo juiz auxiliar da Presidência, Luís Aparecido Bortolussi Júnior, e contou com a presença dos representantes dos setores envolvidos nessas tarefas. Os dados parciais apresentados indicam desempenho superior em relação às metas propostas, especialmente nos indicadores de estoque (Meta 2) e na Meta 4 (2024), que quase dobrou o índice em relaçao a 2022. Também houve bom desempenho nos critérios do Prêmio CNJ de Qualidade, tanto no 1º quanto no 2º grau, com índices superiores aos 80% exigidos. 

O relatório de desempenho e indicadores mostrou os seguintes resultados no alcance das metas: 87. 09% (meta 1), 139,69% (meta 2). Na meta 4 (estoque de processos): 86,54% (2024) e 46,62% (2022). No encontro foi informado o encaminhamento da relação de processos pendentes para os gabinetes, com reforço da importância de julgamento. 

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 Na questão relativa ao Prêmio CNJ de Qualidade, os resultados parciais mostram que, em primeiro grau, foi alcançado o resultado de 82,18%, cujo requisito é acima de 80% nas unidades com Índice de Atendimento à Demanda (IAD), valendo 30 pontos. Já em Segundo grau, o resultado parcial obtido é de 87,71%, no mesmo critério, mas valendo 20 pontos. 

No tocante ao projeto “Pauta Limpa” 2026, dentre outras coisas, foi informado que está em tramitação no Sistema Eletrônico de Informação (SEI) sugestão de minuta da nova Resolução, com expectativa de aprovação pelo Pleno do TRE-MT no início de julho. 

 “Quero agradecer a todos pela participação e comprometimento nos compromissos assumidos pelo TRE-MT. Tenho certeza que iremos alcançar os melhores resultados, sabemos o quanto todos estão emprenhados na busca pelo melhor desempenho no alcance das metas”, destacou Bortolussi. 

Jornalista: Anderson Pinho 

 #PraTodosVerem  – A imagem mostra uma reunião do CEJUD, ocorrida na Sala de Reunião do TRE-MT, equipada com computadores e projetor. Várias pessoas, trajando roupas sociais, estão sentadas ao redor de uma grande mesa retangular, participando de uma apresentação exibida em um telão ao fundo. Um dos participantes utiliza um microfone, sugerindo que está conduzindo ou apresentando parte da reunião. O ambiente é bem-iluminado, com janelas amplas e bandeiras ao fundo, 

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Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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