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Aplicativo Mesário 2024 já pode ser baixado

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A nova versão do aplicativo Mesário já está disponível para download. A versão 2024 traz nova identidade visual, facilitando a visualização dos tópicos, além de linguagem simplificada, fluxo mais dinâmico e ainda mais intuitivo do que a versão anterior. O principal objetivo do app é treinar e auxiliar mesárias e mesários antes e durante as eleições.

O aplicativo Mesário 2024 pode ser baixado nas plataformas iOS e Android e teve a versão atualizada pela Justiça Eleitoral para treinar as pessoas que atuarão nas Eleições Municipais de 2024, marcadas para os dias 06 (1º turno) e 27 de outubro (eventual 2º turno). Para o download, basta aceitar o termo de uso e política de privacidade e, após baixado, informar o CPF ou título de eleitor.

Em Mato Grosso, levando em consideração as últimas eleições gerais, de 2022, a previsão é que 37 mil pessoas atuem na função de mesário este ano e, portanto, recebam o treinamento do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT).

Além do conteúdo sobre os procedimentos a serem adotados na seção eleitoral, é possível acessar materiais complementares, acompanhar o progresso no treinamento, ver o histórico dos certificados e usar, no dia do pleito, listas de verificação para realizar conferências no início e no final da votação. 

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Treinamento em texto e vídeo

O material é organizado em módulos, visando tornar a navegação intuitiva e de fácil acesso. O conteúdo vem acompanhado de imagens ilustrativas, cartilhas e outros documentos de apoio, como o Manual do Mesário e o Guia Rápido para o Dia da Eleição. Também contém um vídeo com instruções e treinamento específico para quem vai atuar nas Eleições 2024.

No aplicativo, ainda podem ser encontradas orientações sobre fluxo de votação; procedimentos a serem adotados na seção eleitoral; checklist de início e de encerramento dos trabalhos; dicas de como combater a desinformação; quiz para testar conhecimentos; e soluções para possíveis problemas que podem ocorrer durante a votação.

Finalizado o treinamento, o aplicativo emite o certificado de conclusão e, alguns dias após as eleições, também pode emitir a Declaração de Trabalhos Eleitorais (DTE).

Funções do mesário

As funções desses colaboradores e colaboradoras da Justiça Eleitoral vão desde controlar o fluxo na seção eleitoral, que começa com a chegada dos votantes e a organização da fila, até a conferência de documentos de identificação no caderno de votação. Essas pessoas também preenchem um documento chamado ata da votação e da mesa receptora, no qual devem ser registradas todas as ocorrências ao longo do dia de eleição.  

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Formas de capacitação

Para participar de qualquer treinamento de mesários, é necessária a nomeação pelo cartório eleitoral. A modalidade do treinamento será indicada pelo cartório eleitoral na carta de convocação, já que poderá ser presencial, pelo aplicativo Mesário ou na plataforma de educação a distância (EaD) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Embora o app e o EaD sejam as formas prioritárias de treinamento, alguns Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) podem optar por fazer a capacitação de forma presencial. 

Jornalista: Nara Assis

(Com informações do TSE)

#PraTodosVerem: Imagem com fundo dividido na cor branca e azul claro com detalhes quadriculados. Sobre o fundo, tem a imagem de uma mão segurando um celular com a tela mostrando o aplicativo do mesário.

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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