Mato Grosso

Sorteio do Nota MT será realizado neste sábado (13) em Cáceres

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O programa Nota MT, da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT), realiza neste sábado (13.6), às 9h, o sorteio mensal referente ao mês de maio durante o evento Multiação, em Cáceres. O evento ocorrerá na Rua Generoso Marques Leite, no bairro Jardim Celeste, em frente ao Fórum da Justiça do Trabalho.

A cada sorteio mensal, o programa distribui R$ 900 mil em prêmios, sendo dois de R$ 100 mil, três de R$ 50 mil, cinco de R$ 10 mil e mil prêmios de R$ 500. Ao longo de 2026, as premiações somam R$ 10,8 milhões.

Além de premiar os consumidores que pedem CPF na nota, o Nota MT também beneficia instituições sociais. Isso porque 20% do valor de cada prêmio é destinado a entidades filantrópicas indicadas pelos próprios sorteados.

Como participar

Para concorrer, o consumidor deve estar cadastrado no programa e solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal em compras realizadas em estabelecimentos comerciais de Mato Grosso.

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Os sorteios são realizados com base nos resultados da Loteria Federal, tradicionalmente na segunda quinta-feira de cada mês. Em cada edição, participam os bilhetes eletrônicos gerados a partir das compras efetuadas no mês anterior.

Também concorrem aos prêmios os usuários do transporte intermunicipal e interestadual de passageiros que solicitarem a inclusão do CPF nos Bilhetes de Passagem Eletrônicos (BP-e), desde que o documento fiscal esteja autorizado pela Sefaz.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões

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O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.

Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.

O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.

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Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.

Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.

A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.

A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.

O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.

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“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.

Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.

“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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