Mato Grosso

Sinfra disponibiliza ferramenta com informações sobre infraestrutura estadual

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) disponibiliza em seu site uma ferramenta que auxilia na tomada de decisões e formulação de políticas públicas. A Central Infra concentra dados relacionados à infraestrutura de transporte estadual, assim como informações socioeconômicas dos municípios e pode ser acessada aqui.

Apesar de ser voltada para o nível estratégico do Poder Executivo Estadual, a ferramenta também pode ser consultada pela sociedade em geral, sendo mais um mecanismo de transparência da gestão pública.

Na seção de Mapa de Infraestrutura, é possível localizar todos os trechos do Sistema Rodoviário Estadual e conferir se eles estão asfaltados ou não. O mapa ainda mostra o traçado das ferrovias implantadas e em implantação, localização de balsas, rios e terras indígenas.

Outras informações que podem ser visualizadas no mapa são a localização de armazéns, frigoríficos e usinas de etanol, assim como os trechos concessionados e praças de pedágio. O cruzamento de dados ajuda a visualizar locais de interesse para a economia mato-grossense e a situação das rodovias ao redor.

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Os painéis gerenciais trazem uma série de informações sobre infraestrutura e economia, que podem ser visualizados em todo o Estado, por regiões ou municípios.

O painel de infraestrutura auxilia na compreensão dos números estaduais, mostrando a extensão de rodovias e quantidade de pontes em cada município. Já o painel socioeconômico mostra a realidade dos municípios, com dados sobre população, Produto Interno Bruto, Índice de Desenvolvimento Humano, produção agrícola, rebanho bovino, capacidade de armazenamento e infraestrutura.

Já o painel de obras traz dados sobre os convênios realizados pela Sinfra-MT com os municípios e a situação de cada um deles.

O objetivo da Sinfra-MT é continuar desenvolvendo a ferramenta, disponibilizando mapas interativos com todas as obras de infraestrutura do Estado e acompanhamento das obras por vídeo.

A Central Infra é desenvolvida pela Unidade de Gerenciamento de Projetos (Unigep), com a colaboração de diversas áreas da Sinfra-MT e utiliza a tecnologia ArcGIS.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Procurador destaca avanço do MPMT no combate ao desmatamento ilegal

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A responsabilização rápida de autores de desmatamento ilegal e queimadas foi um dos temas abordados pelo procurador de Justiça Gerson Barbosa em entrevista ao programa MP por Elas, realizada na sexta-feira (7), durante a Exposul, em Rondonópolis (212 km de Cuiabá). O membro do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) apresentou ferramentas e projetos que têm fortalecido a proteção ambiental no estado.Segundo o procurador, que é coordenador do Grupo de Atuação Especial contra o Desmatamento Ilegal e Queimadas (Gaediq), a preocupação do Ministério Público com a proteção ambiental não é recente. Ele lembrou que o MPMT foi pioneiro na utilização de tecnologias de monitoramento por satélite para identificar desmatamentos e queimadas, iniciativa que acabou servindo de referência para outros estados brasileiros. “O Gaediq foi criado em 2024 e o que ele busca é a responsabilização criminal dos degradadores, dos poluidores”, explicou.De acordo com o procurador de Justiça, a estrutura atual é resultado de uma série de ações desenvolvidas ao longo dos anos, incluindo convênios firmados com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), grupos especializados de investigação ambiental e projetos voltados à recuperação de áreas degradadas.Entre os avanços destacados está o projeto Água para o Futuro, criado pelo MPMT em 2016 e reconhecido internacionalmente pela atuação na proteção de nascentes e da vegetação ao seu redor.O procurador de Justiça Gerson Barbosa também ressaltou a criação do Sistema de Cálculo do Dano Ambiental (Siscalc), ferramenta que tem contribuído para dar mais agilidade aos processos de reparação ambiental. “Antigamente, esses cálculos demoravam em média 136 dias. Hoje, com o Siscalc, são feitos em 20 minutos”, afirmou.Durante a entrevista, Gerson Barbosa também esclareceu uma dúvida recorrente sobre a diferença entre o desmatamento autorizado e situações em que a regularização é buscada apenas após a supressão da vegetação.Ele explicou que o desmatamento legal exige licenciamento prévio e autorização dos órgãos ambientais antes de qualquer intervenção. Já nos casos em que a vegetação é retirada sem autorização, a posterior apresentação de documentos ou projetos de recuperação não elimina a infração.“Mesmo que depois ele apresente um projeto de área degradada ou o requerimento do CAR, ele responderá administrativa e criminalmente”, enfatizou.Alerta para o ponto de não retorno – outro tema abordado foi o chamado “ponto de não retorno”, conceito utilizado por pesquisadores para descrever um estágio crítico de degradação ambiental em que os ecossistemas deixam de conseguir se recuperar naturalmente.Segundo Gerson Barbosa, Mato Grosso vive uma situação especialmente preocupante por concentrar três importantes biomas brasileiros: Amazônia, Cerrado e Pantanal.“O ponto de não retorno é um limite crítico apontado por estudos científicos. Ao atingirmos esse ponto, não teremos mais um meio ambiente ecologicamente equilibrado”, alertou.De acordo com o procurador, os efeitos desse cenário incluem alterações no regime de chuvas, períodos prolongados de estiagem, perda de habitats naturais e prejuízos ambientais irreversíveis.Exposul – O MPMT esteve presente na 52ª Exposul, em Rondonópolis, com ações de conscientização e uma edição especial do projeto Diálogos com a Sociedade. Durante toda a semana foram realizadas entrevistas ao vivo em um estúdio instalado próximo à arena de rodeio do Parque de Exposições Wilmar Peres. Além disso, o Ministério Público promoveu uma exposição fotográfica em homenagem à memória de mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso, com o objetivo de sensibilizar os visitantes do evento sobre a gravidade da violência de gênero e reforçar a importância do engajamento permanente da sociedade na prevenção desses crimes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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