A Secretaria de Estado de Segurança Pública realizou, na noite desta sexta-feira (20.10), a formatura de 46 agentes de segurança pública em técnicas de escolta, comboio e contra emboscada.
O curso teve duração de 10 dias (104 horas/aula). Esse é o 7º intensivo nessas modalidades operacionais realizado na Academia de Polícia Penal do Estado (Acadepolp).
Além de Mato Grosso, receberam instruções policiais penais de Tocantins e Mato Grosso do Sul, e da Guarda Municipal de Goiás, do Corpo de Bombeiros e Polícia Civil de MT e da Polícia do Judiciário Federal.
O principal objetivo do curso, de acordo com o coordenador da Acadepolp, Eudes Trew de Jesus, é capacitar os agentes de segurança pública para desempenharem funções de alto risco, como as escoltas de presos. Eudes assinala que os participantes tiveram instruções desde legislação, a parte aplicada da legislação de trânsito, o Código e Trânsito Brasileiro(CBT), noções de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) de combate, e de técnicas de defesa e enfrentamento de situações de emboscada e contra emboscadas.
Na avaliação do coordenador, capacitações como essa são fundamentais para a segurança de quem trabalha no setor e para a população em geral. “Quanto mais o servidor se capacita mais eficiente se torna o serviço prestado à população e mais segurança e tranquilidade oferecemos à sociedade”, observa Eudes Trew.
O curso foi ministrado pela Polícia Rodoviária Federal, pela Polícia Militar, Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Superintendência de Transporte (Sutran) da Sesp-MT, por servidora da Unidade Setorial de Correição do Sistema Penitenciário (Unisecor), que deu instrução sobre procedimento administrativo disciplinar do servidor. Também houve instruções de comboio com a gerência do Serviço de Operações Penitenciárias Especializadas (SOE), e a instrução de emboscada e contra emboscada com o coordenador Eudes e com o superintendente de Política Penitenciária, Anderson Santana da Costa.
Estiveram presentes no ato de formatura o secretário adjunto de Segurança, coronel Héverton Mourett, o adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves, entre outras autoridades civis e militares.
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população. De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço. “É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora. Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.
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