Mato Grosso

Sesp determina investigação para apurar suposta falha na revista de reeducandos

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) destaca que é obrigação do policial penal a revista em todos os reeducandos que exercem atividades laborais, dentro e fora das penitenciárias e cadeias, quando retornam para suas celas.

A determinação é do secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, para apurar os motivos de suposta falta de revista por parte dos policiais penais, que foi denunciada pelo Sindicato da categoria.

“Apesar de nenhuma denúncia ter sido protocolada nesta Secretaria, determinei a apuração dos fatos, pois nos causa estranheza, principalmente por vir do Sindicato dos Policiais Penais, que são os responsáveis por esse cuidado de revistar a todos, antes que voltem para as celas. Ou seja, se isso ocorre é uma falha do exercício profissional. Nunca recebemos qualquer denúncia a esse respeito, nem do sindicato, nem de servidor”, afirma Roveri.

De acordo com o secretário, o trabalho precisa ser feito para impedir a entrada de materiais ilícitos dentro dos presídios.

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“Essa é uma função obrigatória que os policiais penais devem cumprir, justamente para que os reeducandos não entrem nas penitenciárias com celulares, drogas, ou qualquer outro material ilícito. Se esse trabalho não está sendo feito, vamos averiguar para chegar aos responsáveis e adotar todas as medidas necessárias”, frisa Roveri.

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

25 de Julho: Judiciário de MT destaca o mês das Pretas e valoriza o protagonismo das mulheres negras

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O mês de julho é dedicado ao protagonismo das mulheres negras e ao fortalecimento da luta pela equidade racial. Em Mato Grosso, a Lei 11.577/2021 reconheceu o dia 25 de julho como o Dia Estadual de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em âmbito nacional esse reconhecimento veio por meio da Lei Federal nº 12.987/2014.Para a presidente do Comitê de Equidade Racial do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, o julho das pretas é um importante marco de reflexão, reconhecimento e valorização da trajetória das mulheres negras que desempenharam papel fundamental na construção da sociedade brasileira.

“Como mulher negra, tenho a convicção de que ocupar hoje a Presidência do Comitê de Promoção da Equidade Racial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso representa muito mais do que uma conquista individual. Minha trajetória teve início no trabalho de cuidado, realidade que ainda marca a vida de tantas mulheres negras brasileiras. Por isso, chegar a este espaço de decisão reafirma que a transformação é possível quando há oportunidades, compromisso institucional e reconhecimento da dignidade de todas as pessoas”, sublinhou.

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Atuação do Comitê de Equidade Racial

A magistrada ressalta que ainda há muitos desafios decorrentes das desigualdades raciais e de gênero. Por isso, o Judiciário mato-grossense atua no combate ao racismo e estimula práticas antirracistas não apenas no âmbito interno, mas também para toda a sociedade.
“É essa perspectiva que orienta a atuação do Comitê: contribuir para que o Poder Judiciário seja agente de promoção da equidade racial, fortalecendo ações de letramento racial, conscientização e valorização da diversidade. O Julho das Pretas nos lembra que promover igualdade de oportunidades não significa apenas reconhecer a história e as contribuições das mulheres negras, mas também assumir a responsabilidade coletiva de construir instituições cada vez mais inclusivas, representativas e comprometidas com a justiça social”, pontuou.

Conheça no link abaixo as ações do Comitê de Promoção da Equidade Racial

https://www.tjmt.jus.br/pagina/comite-promocao-equidade-racial-poder-judiciario-mato-grosso

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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