Mato Grosso

SES realiza encontro para discutir políticas públicas de saúde bucal

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), em parceria com o Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT), realizou a IV Reunião de Coordenadores de Saúde Bucal do Estado. O evento ocorreu na quarta e quinta-feira (20 e 21.8), no auditório do CRO-MT, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.

O encontro teve como objetivo promover a discussão e o esclarecimento de dúvidas, bem como o compartilhamento de experiências relacionadas à gestão e à organização dos serviços e processos de trabalho. Além disso, promoveu a troca de conhecimentos, contribuindo para a disseminação de saberes.

Participaram do evento servidores da Coordenadoria da Saúde Bucal da SES, técnicos dos Escritórios Regionais de Saúde (ERS), coordenadores municipais ou gestores de saúde bucal e representantes do Conselho.

A coordenadora de saúde bucal da SES, Andrea Coelho, destacou que o encontro foi essencial para proporcionar um espaço de discussão sobre a higiene da boca.

“Esse evento é de suma importância para que os coordenadores e gestores, assim como os técnicos de saúde bucal, possam debater sobre experiências relacionadas às políticas públicas de saúde bucal, além de proporcionar um espaço de esclarecimento de dúvidas. A proposta do evento também incluiu apresentar e discutir a Política Nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde para os representantes municipais”, explicou.

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Durante a reunião, foram discutidos temas como o panorama e as perspectivas da política nacional de saúde bucal, os novos indicadores e os desafios da gestão da saúde bucal.

Nesta quinta-feira (21), ocorreu a discussão da segurança do paciente, a apresentação de experiências exitosas âmbito da saúde bucal em Mato Grosso e o lançamento de um e-book.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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