Mato Grosso

SES alerta profissionais da saúde para golpes com nome dos Hospitais Central e Albert Einstein

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) alerta a população sobre uma tentativa de golpe envolvendo os nomes do Hospital Central de Alta Complexidade e do Hospital Israelita Albert Einstein.

Golpistas estão abordando médicos de Cuiabá, via WhatsApp, se passando por profissional de recrutamento do Albert Einstein, em uma falsa seleção de emprego para trabalharem no Hospital Central, em Cuiabá.

A SES orienta que, quem for procurado dessa forma, não realize qualquer tipo de transação financeira.

“O Einstein iniciará em breve o processo de seleção da equipe de profissionais que atuarão no Hospital Central e não cobrará nenhum valor para candidatos participarem do processo. Então, é importante que as pessoas da área de saúde fiquem atentas para o risco de golpe se receberem esse tipo de contato”, esclarece o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

As contratações do Einstein são realizadas por meio de publicações em seu site oficial: https://www.einstein.br/, ou por meio de sites parceiros especializados. Dúvidas podem ser tiradas por meio dos canais oficiais da organização.

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As obras do Hospital Central estão com 98% de conclusão. A unidade será o sexto hospital público a ser administrado pelo Einstein. A expectativa é que os atendimentos sejam iniciados em setembro, de forma gradativa, atingindo 100% dos serviços até o fim de 2025.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Acusado de assassinato contra mulher trans vai a júri

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O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá realiza nesta terça-feira (04), às 9h, o julgamento de Junio Santos da Silva, acusado pelo assassinato da mulher trans conhecida pelo nome social Gisa (Gerardo Ribeiro Lima Junior). A sessão será realizada no Fórum de Cuiabá e contará com a atuação, pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), do promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o réu responde por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de asfixia, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e a imputação da qualificadora de menosprezo ou discriminação à condição de mulher, por se tratar de crime praticado contra mulher trans em contexto de discriminação de gênero. Segundo o MPMT, na madrugada de 7 de abril de 2024, em um terreno baldio localizado na Rua Professora Tereza Lobo, no bairro Consil, em Cuiabá, Gisa foi agredida com extrema violência, sofrendo diversos golpes na cabeça e sendo posteriormente asfixiada, lesões que causaram sua morte. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe, mediante emprego de meio cruel e com utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima. O Ministério Público também apontou que a ação criminosa ocorreu em razão da condição de mulher transgênero da vítima, circunstância que ensejou a imputação da qualificadora de menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Ainda segundo o Ministério Público, a investigação apontou que o acusado teria reagido de forma violenta ao descobrir que Gisa era uma mulher trans, circunstância que será apreciada pelos jurados durante o julgamento. A materialidade do crime foi comprovada por laudos periciais, imagens de câmeras de segurança e demais elementos reunidos durante a investigação. Na sentença de pronúncia, a Justiça reconheceu a existência de indícios suficientes de autoria e determinou que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri pelos crimes descritos na denúncia ministerial. O réu foi localizado e preso em novembro de 2024, no município de Matozinhos (MG), permanecendo custodiado desde então. Durante a fase de investigação, conforme registrado nos autos, ele admitiu a prática do crime em depoimento à polícia, embora tenha permanecido em silêncio durante o interrogatório judicial.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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