Mato Grosso

Sema oferece Curso de Brigada de Incêndio e Primeiros Socorros para os servidores

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Servidores da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) concluíram, na última quarta-feira (18.6), o Curso de Brigada de Incêndio Tipo I e Primeiros Socorros. Realizado no Auditório Arne Sucksdorff, na sede da Sema, em Cuiabá, o objetivo foi preparar os servidores para atuar na prevenção e no combate inicial a incêndios, além de orientar sobre evacuação de ambientes e primeiros socorros.

A capacitação teve início na segunda-feira (16), e foi ministrada pelos soldados do Corpo de Bombeiros, Enderson Nunes dos Santos, Aygo Resende Rodrigues de Souza, Lucas Assunção Rodrigues, Weslei Lopes da Silva e Jeferson Correa de Almeida.

O treinamento foi destinado a todos os servidores, independentemente do vínculo, e buscou garantir que eles estejam preparados para agir de forma rápida e eficiente em situações de emergência, sendo uma formação essencial para ambientes com risco de incêndio.

Para a residente técnica e participante do curso, Mariana de Oliveira, a capacitação foi uma importante oportunidade de adquirir conhecimento técnico com profissionais experientes, além de ter ajudado a reforçar valores fundamentais como o trabalho em equipe, a disciplina e o preparo físico e emocional.

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“Esse tipo de capacitação é fundamental não apenas para quem atua diretamente na linha de frente, mas para toda a sociedade, pois fortalece a cultura da prevenção e o cuidado com as pessoas e o ambiente em que trabalhamos”, destacou Mariana.

Os participantes do curso também poderão ser selecionados para compor a Comissão de Brigadistas da Sema, que tem um papel essencial na adoção de medidas preventivas e de resposta a emergências internas.

* Supervisão de texto de Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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