Mato Grosso

Sema-MT participa de Mutirão Ambiental Médio Norte para tirar dúvidas de produtores rurais

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) participará do Mutirão Ambiental Médio Norte, entre os dias 22 e 25 de agosto de 2023, organizado pelo Sindicato Rural de Sinop, para tirar dúvidas de produtores rurais e responsáveis técnicos sobre o Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental Rural, com o Simcar em Campo. As inscrições podem ser feitas aqui.

O atendimento visa explicar as pendências que devem ser regularizadas para validação do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

O evento será na sede do Sindicato Rural de Sinop e vai atender produtores rurais dos municípios de Cláudia, Feliz Natal, Marcelândia, Santa Carmen, Sinop, União do Sul e Vera, em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e prefeituras dos municípios envolvidos.

“É importante o produtor fazer a inscrição e vir no balcão de atendimento da Sema. O CAR (Cadastro Ambiental Rural) é um documento indispensável e esta é uma oportunidade para o produtor tirar as dúvidas sobre as pendencias para avançar na regularização desse documento tão importante para seu imóvel”, afirmou o presidente do Sindicato Rural de Sinop, Ilson José Redivo.

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Os atendimentos serão separados por município. No dia 22 de agosto, vai ser voltado para os municípios de Cláudia, Marcelândia e União do Sul; dia 23 de agosto para Santa Carmen e Sinop e 24 de agosto para Feliz Natal e Vera. No dia 25 de agosto o atendimento será livre para todos os municípios da região.

A Sema também atenderá o Simcar Assentamentos, no dia 22, às 14h, e ministrará palestra sobre Oportunidades e desafios na regularização do imóvel rural com a secretaria adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto.

Este é o quarto mutirão ambiental realizado este ano. Os outros foram em Barra do Garças, Pontes e Lacerda e municípios do Vale do Rio Cuiabá.

Serviço:
Mutirão Ambiental Médio Norte
Data: 22 a 25 de agosto
Local: Sindicato Rural de Sinop
Inscrições aqui
Organização: Sindicato Rural de Sinop
Parceiros: Sema, Famato, Acrimat, Aprosoja, ALMT e prefeituras da região

Programação Simcar em Campo:

22 de agosto
8h – Abertura
8h30 – Cadastro Ambiental Rural: Oportunidades e desafios na regularização do imóvel rural, com a secretária adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto
14h – Atendimento Simcar Assentamentos, com a secretária adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto

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Dias 22 a 25 de agosto
8h às 17h – Atendimento individualizado com analistas da Sema
22/08 – Claudia, Marcelândia e União do Sul
23/08 – Santa Carmen e Sinop
24/08 – Feliz Natal e Vera
25/08 – livre para todos os municípios da região

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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