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Seduc prorroga inscrições para processo seletivo nas escolas estaduais cívico-militares

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) prorrogou até o dia 4 de julho as inscrições para o processo seletivo simplificado, destinado à formação de cadastro de reserva para contratação temporária nas Escolas Estaduais Cívico-Militares.

Conforme o edital, as vagas são para as funções de apoio técnico especializado cívico-militar nível 1, apoio técnico especializado cívico-militar nível 2, e inspetor cívico-militar. Os salários variam de R$ 4.729,35 a R$ 6.125,75.

Podem se inscrever policiais militares, bombeiros militares e membros das Forças Armadas da reserva remunerada ou não remunerada. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais. A convocação ocorrerá conforme surgirem vagas nas unidades escolares. Em caso de recusa, o próximo da lista de classificação será chamado.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Selecon, sendo o dia 5 de julho o último dia para pagamento do DAR. A prova objetiva e a redação serão aplicadas no dia 21 de julho.

O processo seletivo consistirá em prova objetiva, prova dissertativa e curso de formação. Os atos oficiais relacionados ao processo, incluindo convocações, serão publicados no Diário Oficial do Estado e no site do Instituto Selecon.

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Está assegurado às pessoas com deficiência o percentual de 10% das vagas oferecidas.

O candidato convocado deve se apresentar no prazo estabelecido no edital de convocação, com toda a documentação original listada no edital. Caso contrário, será eliminado do processo seletivo, e o próximo classificado será convocado.

O não comparecimento no prazo estipulado para contratação resultará na perda do direito à vaga.

Veja a retificação do edital abaixo.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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